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    julho 24th, 2009CarolInutilidade, Lista

    Eu não sou do ramo da cosntrução, mas usaria o iPhone sem problemas.

    Tijolinho que falta na minha construção!!!

    Tijolinho que falta na minha construção!!!

    Eu já tenho um notebook, mas compraria um da Apple e colocaria um adesivo na maçã brilhante só para que não me chamassem de macfag.

    Belezinhas!

    Belezinhas!

    Meu irmão e o meu namorado tem aquele iPod Touch, mas se tivesse dinheiro sobrando compraria o classic e usaria como um “hd” portátil.

    *_*

    *_*

    Tenho um mp3 player, mas bem que seria legal ter um shuffle para ir a acadêmia. É pequeno, colorido e não chama muito a atenção.

    !!!

    !!!

    Já perguntei para meu irmão se podia instalar dois sistemas operacionais no meu note. Ele afirmou e completou que colocar o Ubuntu, Debian, ou qlqr Linux, no meu notebook seria bem interessante para mim. Daí falei: E três? … é que eu estava pensando no Mac OS X, hehehe!

    mac os x

    Só me falta o glamour!

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    julho 22nd, 2009CarolBlog, Cinema, Dica

    Depois de uma meia dúzia de filmes do Bergman, acabei assistindo ao filme brasileiro Nome Próprio só para relaxar. Quem assistiu ao Sétimo Selo, pelo menos, sabe do que eu estou falando. Mas, ainda não falarei dos preciosos filmes suecos que teimam em explodir minha cabeça de japonesa cutie-cutie!

    Camila: blogueira/escritora com paixão

    Camila: blogueira/escritora com paixão

    Nome Próprio não é o blog do Ivan (que está de layout novo), como o Hamilton teima em me dizer. É um filme brasileiro dirigido pelo Murilo Salles, cujo roteiro é  inspirado nos textos e nos livros de Clarah Averbuck. Quem é Clarah Averbuck? Não conheces? Nem eu conhecia.

    Segundo minha pesquisa feita no Google, a Clarah Averbuck nasceu em Porto Alegre, mas se tivesse nascido no bairro Feitoria, de São Leopoldo , faria mais sentido. Continuando… nasceu em PoA, mas logo se mudou para São Paulo para dar continuidade na sua carreira de escritora.

    Antes disso, tentou fazer Letras e Jornalismo, na PUC-RS, sem muito saco para continuar qualquer um dos cursos. Enfim, pubicou alguns textos em blogs por aí, criou outros blogs, até que conseguiu escrever sua primeira novela: Máquina de Pinball (2002).

    #Comofas?

    #Comofas?

    Demorou, demorou, mas depois de Máquina de Pinball, a gaúcha escreveu Das coisas esquecidas atrás da estante, em 2003,  Vida de gato, em 2004, e Nossa Senhora da Pequena Morte, de  2008. O livro Máquina de Pinball já virou peça de teatro e também serviu de inspiração para o filme Nome Próprio.

    Nunca li os livros da Clarah, só assisti ao filme que conta a história de Camila Lopes, “uma jovem mulher que dedica a vida à sua paixão, escrever. Camila é intensa, complexa e corajosa. Para ela, o que interessa é construir uma trajetória como ato de afirmação. Sua vida é sua narrativa. Construir uma existência complexa o suficiente para se escrever sobre ela”.

    O que me levou a fazer a seguinte pergunta: porque todo artista fica nessa de sofrer, sentir, apaixonar-se para poder escrever? Sim, sou bem mais técnica quanto a isso. Escrever uma dissertação de mestrado não é a mesma coisa que escrever um livro como a Máquina de Pinball, por exemplo. Dissertações de Mestrado, Teses de Doutorados, whatever, são trabalhos técnicos.

    nome_proprio3

    Ainda tenho que me acostumar e tentar entender a alma dos artistas, seres complexos, extremamente sensíveis e auto-destruidores. Se bem que tem muito blogueiro por aí que tem na alma o “ser hype, chique e gauche”. Um quê de glamour e necessidade de atenção ou fonte de inspiração? O poeta ainda é um sofredor? Sofre que é dor, a dor que deveras sente? A dor é real ou um subterfúgio?

    Fico por aqui e não prometo parar de tomar xarope!

    Mais sobre o Filme e os roteiros:

    http://nomepropriofilme.blogspot.com

    Trailer:

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    julho 16th, 2009CarolTelevisão

    Sábado, Domingo, Segunda-feira e Terça-feira foram os dias nessessários para assistir a sétima saga do herói que salva o mundo em apenas 24 horas. Mas, tudo seria resolvido na metade do tempo se prestassem mais atenção nele e não questionassem tanto seus métodos, dizem.

    "Secure the perimeter".

    "Secure the perimeter".

    Eu imaginava que a séria ia me fazer escrever um post belíssimo, bacana e tal, mas o que escrever se eu não gostei muito dessa temporada? Também não vou falar mal nem nada. A única coisa bacana é que Jack Bauer deixou claro como é difícil ser ele, como é difícil fazer as coisas e lutar por aquilo que acreditamos, como é chato ler um post desses quando a autora tomou xarope e vê lição de moral numa série em que um agente do FBI, mais exatamente, de uma seção muuuuuito secreta, que foi desmantelada, que é sempre traído por um companheiro.

    Então para resumir a série: traição, conspiração, falta de tempo para explicar as coisas e para fazer backups, métodos pouco ortodoxos de tortura, banco de dados, chave de braço, autoritarismo e autosacrifício ever!
    :) Ask around!

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    julho 15th, 2009CarolCotidiano, Discursando, Polêmica

    Com certeza eu posso afirmar que ao término deste post, terei gastado menos tempo do que levei para ser atendida no Habib’s de São Leopoldo, lá no Bourbon Shopping.

    Chá de Cadeira, mais uma opção do Habib's

    Chá de Cadeira, mais uma opção do Habib's

    Para quem não sabe, e hoje eu fui procurar no Google, é que o grupo ao qual o Habib’s  pertence não imaginava que isso chegaria em São Leopoldo, para onde meu papai me mandou pagar os pecados que cometi nessa breve vida.

    Saudades do Troisgros >>> Sem palavras!

    Saudades do Troisgros >>> Sem palavras!

    É bem certo que Habib’s é povão e não devo comparar ao atendimento do ToisGros (não conhece? Coitado, joga no Google!) Mas, se vendem as esfihas, os lanches, as sobremesas e os kibes bem baratos é porque o faturamento deve no mínimo para o mínino do razoável e aceitável daquilo que consideramos atendimento e limpeza, ou não?

    Só tem direito a um pedido mal-atendido!

    Só tem direito a um pedido mal-atendido!

    O certo é que fiquei uns bons 20 minutos na fila para pedir uma Sugestão (4 kibes, 4 esfirras de carne, 4 esfirras de queijo e 4 esfirras de frango) e um Beirute para viagem. Nesse meio tempo aconteceram alguns fatos inusitados:

    1. A família leopoldense que estava na nossa frente fez todo o pedido e na hora da atendente colocar os refrigerantes na bandeja ela diz: “Ah! São 3 coca-colas, né? Então, não tem coca-cola tradicional, só zero e light”. Daí o pai vai até a mesa e tem que refazer todo o pedido…

    2. Um cara pegou a pizza errada. Ele tinha pedido meia calabreza e meia pepperoni (?) e teve a capacidade de pegar a pizza meia calabreza e meia mussarella. Como assim? A atendente o chamou e pediu para trocar a pizza aos berros. Nota o Restaurante é na praça de alimentação do Shopping, eu já estava morrendo de rir!

    3. A derrapada da funcionária no provável chão engordurado da cozinha!

    4. A gerente putiando a “Dona que Frita os Kibe” que acabou respondendo: “Vou dar um tiro nela”. Depois ela vira para nosso lado e diz com um sorriso maligno: “Brincadeira”.

    5. Depois de entregar a Sugestão para viagem, a atendente pergunta se o beirute era para levar também. E olha que na hora de fazer o pedido eu perguntei se podia fazer o pedido do Beirute para viagem. Quando ela foi lá colocar numa caixinha pedi para o Hamilton olhar bem e cuidar se ela não ia cuspir no meu beirute.

    6. Toda São Leopoldo, menos os pais do Hamilton, que foram para a praia, estavam no Bourbon nesse dia e resolveram comer pizza e esfirra do Habib’s.

    Olha, fiquei surpresa. O Hamilton sempre dizia que no McDonald’s, ele era super mal atendido. O que não aconteceu no McDo, aconteceu no Habib’s. Além de deixar eu pegar o sorvete Mcflurry só quando eu fosse sair, os atendentes ainda se despediram. E estava bem movimentado o local naquele dia. Achei até que fosse algo do tipo Camêra escondida.

    P.S. _ O Beirute chegou inteiro e não foi cuspido, acho.

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    julho 14th, 2009CarolCotidiano, Inutilidade

    Gato não presta, isso eu já sabia. Que são manipuladores, como todo ser fofinho e peludinho (o Kenny, p. ex.) eu também já sabia. Mas, que os filhas da p*ta ronronavam que nem um bebê humano para nos “enfeitiçar”, eu fiquei sabendo ao ler a matéria da BBC na Folha de S. Paulo.

    Eles tem paciência e são manipuladores!

    Eles tem paciência e são manipuladores!

    Quer prova de como o bichano é irritante? A pesquisadora Karen McComb, a mesma que liderou a pesquisa do ronronado, só atinou para esse detalhe depois que o Pepo, seu gato de estimação, a acordava com ronronar irritante, quer dizer, REALMENTE irritante.

    É um tipo de barulho que fazia os donos a alimentar os felinos.

    “Os gatos conseguem produzir um ruído de baixa frequencia usando os músculos de suas cordas vocais, estimulando-as a vibrar”, disse ela.

    “Acreditamos que eles aprenderam a exagerar dramaticamente isso quando sabem que vão gerar uma resposta humana”, diz.

    Sonho de Mil Gatos

    Isso me lembrou a história do segundo arco de Sandman: Um Sonho de Mil Gatos. Nessa história, o Senhor dos Sonhos conta uma história do tempo em que os humanos eram as presas dos gatos. Essa era só terminou, quando os homens foram convencidos a “sonhar um mesmo sonho”: um mundo no qual seriam senhores. O sonho foi tão intenso que até o passado foi mudado e acreditamos até hoje que sempre fomos a raça dominante.

    Bonitinhos e só! CUIDADO!

    Bonitinhos e só! CUIDADO!

    Será que é verdade? Será que estamos sonhando que ainda dominamos o mundo e não os gatos? Será que essa Karen McComb é a mulher que irá nos acordar e voltaremos a ser presa desses animais ronronantes? Por que em vez de ronronarem como bebês humanos, os gatos não sonham que são novamente os senhores do mundo? Será que eles pensam que são os senhores do mundo? Será só imaginação? Será…

    reportagem citada: Folha Online/ BBC Brasil

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    julho 13th, 2009CarolCotidiano

    Praia, diversão, pessoas, fungos e coliformes fecais

    Praia, diversão, gringos, fungos e coliformes fecais

    O Brasil é conhecido lá fora pelas suas belezas naturais. Não é de hoje. Desde a época dos descobrimentos, um discurso enaltecendo essa qualidade vem sendo associado não só ao país, mas também ao seu povo. Quantas vezes você já não escutou aquela conversa de que o Brasil é tão bonito, tão rico, tão cheio de belezas naturais, o povo tão alegre, festivo e hospitaleiro? Não estou dizendo que não seja assim. Porque é, não porque seja verdade, mas porque foi construído assim.

    Se o Brasil é o país da alegria, a sua capital nesse quesito não é Brasília, nem a Bahia. É o Rio de Janeiro. A Bahia pode até ser chamada de lugar da alegria, mas é o Rio de Janeiro que serve de cartão postal e até mesmo de referência do que seria o Brasil lá fora.

    Não estou exagerando. Você bem que poderia dizer que não é bem assim, que lá fora existem pessoas que sabem sim fazer a diferenciação entre o que a mídia veicula sobre o nosso país e a nossa situação atual. Mas, por mais que a pessoa tenha essa noção, muito do deslumbramento, do maravilhoso, do fantástico já ficou quase que cristalizado.

    Mas, o que não esperávamos é que além dos gringos, os fungos e os coliformes fecais fossem também apreciadores das praias cariocas. Segundo o G1, “o Instituto de Pesquisas Biomédicas da Universidade Gama Filho identificou um nível de bactérias, fungos e parasitas intestinais até 100 vezes maior do que o tolerado. “

    Só para lembrar:

    Coliformes fecais são bactérias que estão presentes em grandes quantidades no intestino dos animais de sangue quente.

    Não custa reforçar que os coliformes fecais:

    São muitas vezes usadas como indicadores da qualidade sanitária da água, e não representam por si só um perigo para a saúde, servindo antes como indicadores da presença de outros organismos causadores de problemas para a saúde.

    Segundo a reportagem do G1:

    Enquanto o padrão recomenda até 400 coliformes fecais e 1000 fungos em 50 gramas de areia, nas areias da praia do Leme foram encontrados 44 mil coliformes e 5 mil fungos.

    Na praia do Leblon, próximo ao Baixo Bebê, foram identificados 5 mil fungos e 920 coliformes em 50 gramas de areia. E na Praça Nossa Senhora da Paz, em Ipanema, foram encontrados 5 mil fungos e 9,6 mil coliformes fecais.

    Se continuar assim, além dos farofeiros e dos gringos sem- noção, teremos que disputar um lugar a tapa com os fungos e coliformes de férias! Ou, considerar a idéia da GIANTmicrobes e lançar novos mascotes brasileiros como a E. Coli:

    Escherichia coli de pelúcia

    Escherichia coli de pelúcia

    Veja aqui as principais doenças causadas pela E. Coli:

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Escherichia_coli

    Reportagem do G1:

    Areias das praias da Zona Sul têm altos níveis de coliformes e fungos

    Conheça outros microrganismos de pelúcia na GIANTmicrobes:

    http://www.giantmicrobes.com/

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    julho 13th, 2009CarolDia Comemorativo, Humor, Música

    RoqueViva o Roque…

    RoqueJun… viva o Roque Júnior …

    Roquefort… viva o Roquefort …

    rock-n-roll1e viva o Rock’n'Roll!!!

    (desisto!)

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    julho 12th, 2009CarolHumor, Inutilidade

    Danny DeVito + (Roberto Carlos – Roberto Justus) = Danni Carlos

    Danny DeVito +  ( roberto-carlos327) = danni-carlos-close600

    viajei!

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    julho 7th, 2009CarolCinema, Dica

    Faz tempo que estava para assistir ao filme “Réquiem para um sonho”, mas sempre tinha outra coisa para ver. Nesse final de semana eu acabei baixando e, finalmente, consegui.

    Para quem não sabe, a palavra réquiem significa missa composta para um funeral. Não a missa como conhecemos hoje, mas aquela cantada. Segundo a Wikipédia, atualmente, o termo é utilizado para qualquer composicão musical composta para um funeral. A Marcha Fúnebre (Chopin), então, é uma espécie de réquiem. Outro réquiem famoso é do Mozart, enquanto o Dies irae do Verdi é a minha favorita. Dentro é claro da normalidade, não vou sair por aí, pelas ruas, de cabeça baixa e lacrimosa ouvindo música de funeral, ok?

    Réquiem Para Um Sonho, 2000.

    Réquiem Para Um Sonho, 2000.

    O interessante desse filme é que em inglês ele recebeu o seguinte título: Requiem For A Dream. Em Portugal, (sempre os portugueses), deram o nome de A Vida Não É Um Sonho e, no Brasil, ainda bem, ficou Réquiem Para Um Sonho, mesmo. De verdade, não gostei do título português porque estragou toda a poesia do título: uma “música” ou uma “missa”, enfim uma cerimônia/ritual fúnebre, para um sonho. E que tipo de sonho ganharia um réquiem?

    A beleza do filme não fica só no título. A maneira como é tratada a forma como lidamos com os nossos sonhos e as coisas que fazemos para alcançar esse mundo ideal ou idealizado, como quiser, chega a ser um tapa na cara. De um lado, três jovens viciados em cocaína tentando arranjar a vida e ganhar dinheiro, de outro uma dona-de-casa aposentada, viúva e viciada não em drogas ilegais e sim em TV e comida. Essa é a leitura que fazemos num primeiro instante, mas conforme o filme vai passando, notamos que o “vício” desse pessoal vai além da vontade de um mundo ideal. O duro é quando os personagens se veem esgotados e muito longe do que imagiraram para suas vidas.

    Não sei, mas é o tipo de filme que me deixa triste. Pior que ter um sonho díficil de realizar é ter um sonho morto, que nunca vai se realizar.

    Links:

    Requiem For A Dream (Wikipédia)

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    julho 5th, 2009CarolCotidiano, Discursando, Polêmica

    Agora que o Michael Jackson morreu, volta e meia passa na tv uma espécie de retrospectiva da sua vida/carreira. O que mais chama atenção, além das acusações de pedofilia, é sua excetricidade. Muita gente o criticava por isso, dizendo que a grande parte de sua dívida, e também seus problemas, vem de uma vida excêntrica. Mas, fiquei pensando: do que vale ser milionário, se não se pode ser no mínimo excêntrico?

    Nem os cachorros escapam desse mundo maluco que a gente inventou!

    Nem os cachorros escapam desse mundo maluco que a gente inventou!

    Ser excêntrico, no entanto, é uma questão cultural. Tal comportamento pode ou não ser considerado de acordo com os valores sociais e culturais de onde se vive. Jogar pérolas aos porcos, construir um parque de diversão no “quintal” de casa, fazer festa de aniversário para o cachorro e outras tantas mais são exemplos de excentricidade na nossa cultura.

    No uso popular, excentricidade refere-se a um comportamento não-usual ou estranho por parte de um indivíduo; tal comportamento pode ser notado por ser muito diferente ou simplesmente desnecessário. O conceito de excentricidade pode variar de acordo com a cultura local, dadas as diferenças de comportamento naturalmente encontradas em grupos étnicos geograficamente distantes. Diz-se que o indivíduo é excêntrico por apresentar um comportamento diferente — pessoas excêntricas geralmente encontram soluções não-convencionais para seus problemas. (Wikipédia)

    No caso do Michael, no entanto, essa “excentricidade” passou dos limites da normalidade. O que é um certo paradoxo, pois se uma pessoa é excêntrica ela já não se encaixa nos comportamentos considerados normais. O problema é que a sociedade ocidental, principalmente influenciada pela cultura norte-americana, já é quase que por natureza excêntrica. Não me levem a mal, mas às vezes eu chego a essa espécie de conclusão. E, para dar uma consertada nisso tudo inventaram os excêntricos saudáveis e os não saudáveis, que nem inventaram o açúcar menos calórico, o adoçante e a coca-cola zero.

    Guardadas as piadinhas, o problema maior de todo comportamento é quando ele atrapalha o seu convívio social e te faz sofrer de alguma forma, ou seja, alguma coisa não está bem. O que eu não gosto muito é quando esse pessoal da psicologia vem com aquelas fórmulas e tenta traçar seu perfil. Sabe, tem sempre alguém que tem uma lista prontinha para dizer se certa pessoa é, ou não, isso ou aquilo. Se você se encaixa nessa lista você é tal coisa, se não você não é.

    Com excêntricidade é a mesma coisa, na definição do comportamento, na Wikipédia (em inglês), existe uma lista para diferenciar uma pessoa “saudavelmente excêntrica”, de uma normal ou um maluco. Não vou colocar aqui porque acho que o que diferencia uma pessoa “saudavelmente”excêntrica de uma maluco excêntrico é o fato do maluco deixar bem claro como nossa sociedade é perversa em alguns aspectos.

    Também não quero defender ninguém, mas é uma questão para pensar: a necessidade de ser diferente, de se destacar, de ser originalmente original a todo momento e de nunca, nunca mesmo, se repetir. Imagina isso para um ídolo mundial…

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