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    agosto 27th, 2009CarolCotidiano

    Depois de ficar mais de cinco meses sem frequentar uma academia, sem fazer nenhum tipo de exercício aeróbico convencional, eu decidi fazer uma dieta, voltar a malhar e quiçá emagrecer! Essa idéia está a um mês amadurecendo em minha cabeça e, finalmente resolvi colocar em prática depois de dois acontecimentos que me deixaram quase triste. Um deles é que as minhas calças, número 38, já estão justas demais.

    O outro acontecmento conto depois. Antes, vamos ao meu conceito de mulher magra e gorda. Mas, para não ter que ficar escrevendo muito resolvi escolher três mulheres famosas para representar minha concepção:

    ISSO É SER MAGRA

    MAGRA

    Quase Gorda

    QUASE GORDA

    GORDA

    GORDA

    Magra eu nunca fui e eu acho que estou numa fase intermediária entre a Salma e a Mulher Melância. (A fase de negação ainda não passou). Alguém pode dizer que é exagero, mas para quem tem 1m e 52 cm  de altura, 58 (57,8  na verdade) quilos é muita coisa, muita coisa mesmo. Mas, vamos ao fato que me levou a repensar meus quilos:

    Acordei numa bela manhã de terça-feira e como sempre fui fazer xixi, percebi que estava menstruada, como acontece todo mês entre os dias 23 e 25. Até aqui tudo normal, quando fui ao quarto buscar toalha para tomar banho , calcinha limpa e  vi que só tinha 3 absorventes. Tomei meu banho, me troquei e fui ao supermercado comprar mais abosorventes.

    Para minha surpresa, o supermercado perto de casa está em reforma. E, logo na entrada tinha uns pintores arrumando a faixada do prédio, de repente um deles, em cima de uma escada falou para o outro: “Jão” nessa cidade tem cada japonesa gostosa!

    Olhei para o lado e um senhor que estava sentado na porta de uma lojinha, começou a rir. Fiquei séria. Entrei no supermercado, comprei os absorventes e sai do supermercado e lá estava o pintor, desceu da escada e começou a cantar: “Você não vale nada, mas eu gosto de você! Você não vale nada, mas eu gosto de você! Tudo o que eu queria é saber por quê, tudo o que eu queria é saber por quê”

    Fiquei teeeeensa, primeiro: odeio forró. Segundo: odeio mais ainda se estiver na novela das oito. Terceiro: cantada de pintor sujo que gosta de forró, assiste Caminho das Índias e provavelmente tem o pôster da Mulher Melância  no quarto para mim é ofensa. Resolvido, preciso emagrecer urgente!

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    agosto 22nd, 2009CarolComida, Lista

    00048

    Que tal uma rapidinha? Ah-há! Estou falando de comida boa, simples e que sustenta, seu pervertido! Percebeu que alguns nomes de pratos são relacionados à mais antiga das profissões: a vida da puta. É o tema hoje é comida de puta, e sabe o que mais? As putas são experts em comida rápida, que não seja “Miojo” ou comida congelada de microondas, assim sobra mais tempo para a clientela. Vamos lá:

    Começando pelo famoso Arroz de China Pobre, um prato que virou especialidade dos gaúchos, é o carreteiro feito com linguiça, mas encontrei algumas variações como carne sobrada do churrasco:

    Se tem arroz de china pobre, tem a versão da Puta rica, né meu amor? Lá vai:

    Ótimo, mas mulher de vida fácil (?!) não vive só de comer arroz, ainda sim precisa de muito carboidrato para aguentar o pique:

    Para beber um drinque com um nome nada convidativo e gosto suspeito:

    Falando em puta, china e tal, lembrei de outras receitas sugestivas:

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    agosto 20th, 2009CarolBlog, Inutilidade, Polêmica

    Tem um pe-pe-pessoal aí enchendo a boca para falar que usa Twitter porque é diferente de Orkut e tal. Mas, olha estou começando a repensar muitas coisas ultimamente depois do post do Noronha:

    10 maneiras de Reconhecer um Fugitivo do Orkut no Twitter:

    1. Updates Protegidos
    2. Zero Updates
    3. Jogos Irritantes
    4. Twitpiqueiro
    5. Caixa Alta
    6. Erros de português
    7. Twitter de Casais
    8. Twitter de Casais com Filho
    9. Tiete
    10. O Arauto do Apocalipse Digital

    (veja na íntegra AQUI)

    ***

    Para ilustrar melhor, os vídeos feitos pela @rosana :

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    agosto 20th, 2009CarolCinema, Dica

    Já assistiu outro filme do Hitchcock sem ser Psicose? Não, então eu recomendo Marnie. A história é bem bacana: uma ladra com traumas de infância que é salva pelo amor de um homem! Falando assim parece novela mexicana inspirada no Freud, né?

    Marnie

    O filme é um clássico do suspense, certo. É do Hitchcock, certo. Esses já seriam dois bons motivos para assistir agora. Outra coisa legal que parece ter sumido dos filmes de hoje: o filme não subestima sua inteligência, se o personagem espirra, ele não tem que ter uma conversa ou um diálogo falando o porque que ele espirro e tal.

    E a introdução é a melhor, uns bons minutos sem ver o rosto da personagem principal. Só a Marnie de costas subindo no trem, chegando no hotel, arrumando as malas e seu rosto aparece quando ela se desfaz da sua identidade falsa.

    Marnie-1

    Mas, tem uma cena que eu adorei: quando o Mark se declara apaixonado por uma mulher que ele sabe que é ladra e mentirosa. E, ela retruca afirmando ser ladra, mentirosa, traiçoeira, mas decente! Nesse caso, decente no que diz respeito de não se envolver com os homens para aplicar golpes.

    Quem for assistir preste atenção em como as coisas se resolvem, apesar de na metade do filme tudo já estar mais ou menos revelado e em como a personalidade da Marnie é determinada por um trauma infantil, bem freudiano, bem culpa da relação papai-mamãe-eu.

    Acho patético isso, mas o filme é bacana. Sem falar na sonoplastia e nos close-up, coisa de suspense que não pode faltar!

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    agosto 20th, 2009CarolCinema

    delirios-de-consumo-de-becky-bloom-poster01

    Assisti hoje e tudo o que eu consigo pensar é: detesto quando pessoas com o cérebro do tamanho de um ovo de codorna, mas com a sorte maior que o Monte Everest, conseguem, sem muito esforço, se dar super bem e, digo mais, se dar muito bem mesmo!

    O filme é muito óbvio até para um filme de mulherzinha ou sobre o mundo fashion.

    :P

    Link: Os Delírios de Consumo de Becky Bloom

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    agosto 15th, 2009CarolDiscursando, Polêmica, Televisão

    Edir Macedo é inocente?!

    A TV Globo faz a denúncia de utilização indevida do dinheiro arrecadado pela Igreja Universal. Em contra partida a Rede Record, que faz parte dos patrimônios da instituição religiosa, acusa a emissora carioca de manipular as notícias numa tentativa de eliminar a concorrência. Um verdadeiro barraco que pôde ser acompanhado pelos principais telejornais das duas emissoras. O melhor “toma lá, da cá” que me fez até esquecer o nabo do “Fora Sarney!”

    Mas, quem está certo ou errado? A TV Globo por “denunciar” o bispo Edir Macedo num momento “propício”, a Rede Record por não aceitar o tapa na cara e muito menos oferecendo a outra face ao mesmo tempo que entregava o método utilizado pela emissora carioca para permanecer na liderança, ou o bispo Edir Macedo e a Igreja Universal por “aceitar” o dízimo dos fiéis?

    Não sei, não acredito em Deus, tão pouco na imparcialidade das emissoras de televisão ou de qualquer meio de comunicação. Acredito que só o fato de selecionar as notícias que farão parte da pauta do jornal e em que horário essa notícia será dada, já é uma amostra disso. Não estou falando de manipulação, não é isso. E sei que é necessário essa seleção, é necessário a “ordem do dia”, “pagar a hipoteca”, “dançar conforme a música” e “oferecer o que os telespectadores querem assistir”, assim como a Igreja Universal oferece aquilo que seus fiéis querem de uma instituição religiosa.

    No final das contas, na minha opinião, parece o sujo falando do mal-lavado!

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    agosto 13th, 2009CarolBlog, Discursando, Polêmica

    A prova de que o Twitter está bombando é a nova categoria do Video Music Brasil. Se nem o Orkut conseguiu essa proeza, o Twitter -  que não permite a criação de albúns, nem de comunidades, muito menos de Buddy Poke, a não ser através de link – acaba de mostrar o seu potencial com apenas 14o caracteres. E todo mundo pensava que era espaço de menos, mas o ser humano consegue se superar e adaptar sua inópia mental!

    Estou sendo cruel? Não é isso, eu explico. Eu mesmo que gosto de escrever me vejo fascinada por aquele “grande-MSN-filtro-de-links-leitor-de-feeds” de meia tijela. Mas, vamos aos candidatos: Danilo Gentille, Marcos Mion, Marimoon, Mano Menezes e Twittess. Um humorista, dois VJ’s, um celebridade do Twitter e um técnico de futebol do curinthia ( by the way, it’s fake!).

    Eu não sei qual foi o critério de seleção dos candidatos, tirando o Gentille, que eu acompanho, os outros não entrariam nem em um sonho remoto e distante numa lista para Twitter do Ano. Por isso, pode me chamar de recalcada, pode me insultar e sair por aí dizendo que eu durmo de calça jeans, mas nenhum candidato que mereça esse prêmio Twitter do Ano, né?

    Mas, que a Mtv está atirando para todos os lados isso é verdade. Web hit do ano, já passou a febre. Banda dos sonhos, também. Ano que vem se o FaceBook engrenar, vai ter premiação? Então, eu vou começar a pimpar meu profile lá: rumo ao prêmio FaceBook do ano do VMB 2010!

    :P

    P.S. _ Eu votei no Jovem Nerd, mas foi pela Portuguesa e pela Senhora Jovem Nerd, meu amóóórrr! E MTv é coisa de gente fudida, mas ganhar o prêmio de Blog do Ano do VMB é de gente Foda! Falei!

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    agosto 13th, 2009CarolInutilidade

    Outro dia me disseram que cada pessoa tem uma percepção das cores dependendo da cor dos olhos, pelo menos foi o que eu entendi. Mas, não é disso que quero falar. Existem, ou já existiram, não sei bem, vários sistemas de cores. O mais famoso é o Pantone. Para quem quiser se aprofundar em cores e sistema de cores, leia isso.

    O problema é que nem sempre a gente lembra do “nome”  e acabamos fazendo “nosso próprio referencial” daquela cor que queremos. Isso acontece comigo, ás vezes, e acabo dando um exemplo do objeto que possui a tal cor. Alguns exemplos chegam a ser hilários:

    - Vermelho “Táxi de Porto Alegre”

    Táxis em Porto Alegre

    - Azul “Tampa da Caneta BIC”

    Caneta[1]

    - Cor de Burro quando foge

    Cor do quê?

    Nice! :P

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    agosto 11th, 2009CarolCotidiano, Família, Lista

    Que todo mundo tem algum problema com os pais, com os irmãos ou com qualquer outro parente isso é certo. E, que nenhuma família é perfeita, isso também já sabemos. Mas, já se perguntou como as outras pessoas veem sua família?

    Normal?

    Pois é, depois de ficar bem longe da minha estou de volta. Para quem não sabe, moro numa cidade do interior de São Paulo, Ribeirão Preto que é conhecida por guardar dentro do coração de cada cidadão aquela nolstalgia de cidadezinha do interior.

    Para muitos isso pode ser uma vantagem, mas eu sempre considerei esse como o maior defeito da cidade, depois das queimadas, do ar seco e clima de deserto no inverno, no forno e umidade durante o verão, da música sertaneja e dos agroboys e marias-breteiras.

    Mas, o assunto da vez não é minha cidade maravilhosa, mas minha família famigerada, famisgerada, faz-me gerada, … com a devida liçensa poética!

    Para não dar nome aos bois e causar um cataclisma familiar, vou fazer como o pessoal das Ciências Sociais e falar dos “tipos”, ou seja, construir uma descrição tipológica (uia!) dos principais “personagens” da minha querida família. É bem provável que você irá se identificar, por que, depois dessa minha breve vida, cheguei a conclusão de que toda a família é igual.

    • Os parentes pobres

    Já começando com os dois pés na porta. Os parentes pobres, esses são os melhores. Nem consigo achar um adjetivo que se encaixe perfeitamente aos parentes pobres. No meu caso, eu os detestava, não por serem pobres, mas por sempre virem com aquela conversa de quem tem mais deve compartilhar com aqueles que não tem. Ideologia comunista comigo nunca rolou desde quando era criancinha.

    Tem gente que chama isso de solidariedade e compaixão, mas vai dizer isso para uma criança que tem que dar seus brinquedos para aqueles primos, por que a mãe acha que você já brincou bastante. É fácil fazer caridade com o que é dos outros, não?!

    • Os parentes festeiros

    Estes pelos menos não são pobres, mas sempre tem aquela desculpinha para reunir a família e fazer uma “comemoraçãozinha”. Detalhe, minha família é enorme! Meu pai foi casado duas vezes e, só ele, tem 6 (seis) irmãos. Conte comigo: desses seis irmãos, 3 tiveram 4 filhos e 3 tiveram 3 filhos. Sem falar nos meus irmãos, na minha irmã do outro casamento, nem dos filhos que esses meus primos já tiveram, as namoradas, as esposas e tal.

    Sentiu o drama? Qualquer reuniãozinha vira uma pataquada. Sem falar que na minha família, as festas NUNCA tem música, com exceções dos casamentos.

    • A parente intrometida

    Essa, toda família tem. Ás vezes, pode ser uma tia, uma prima, a vó ou a sua própria mãe. Essa, a gente tem que ter cuidado, pois assim como ela traz a fofoca familiar, ela leva!

    • O parente falastrão

    Esse é aquele tipo que gosta de conversar com você, mas não gosta muito de ouvir. Sabe aquele primo, tio ou cunhado que adoooora contar vantagem e contar todo o plano de vida que ele faz para ele mesmo para daqui um zilhão de anos? Então, mas quando chega a sua vez de falar, ele dá uma golada na cerveja e sai? É esse aí.

    • O parente conselheiro

    Esse é aquele tio que sempre que te encontra, te dá mil conselhos furados. Tem mil histórias tristes ou centenas de casos felizes que aconteceram, ou que ele testemunhou, e que você tem que saber e estar ciente para não cometer os mesmos erros e tal.

    • O parente que dá PT (perda total)

    Esse é aquele que fica bebâdo já na primeira meia hora de festa. Dá aquele vexame básico, conta umas besteiras, ofende mais um tanto, mas todo mundo releva porque ele está fora-de-si, e no meio da festa vomita, briga ou desmaia, deixando o pessoal que o está acompanhando morrendo de vergonha.

    • O parente distante

    Esse é legal, por que está longe. Se morar num lugar bacana, é melhor ainda, pois você tem lugar para ficar quando precisar viajar. O único problema: toda vez que vocês se encontram ele pergunta se você cresceu, se está namorando e faz piada de quando você era mais nova.

    • As parentes mais velhas

    Essas são gente boa, as tias mais velhas ou os avós. Dá para ir visitar e ficar vendo tv na boa, por que é isso que eles fazem o tempo todo. E, ainda te fazem um monte de comidinhas gostosas: bolinhos, bolos, salgadinhos, biscoitos, suco, café, chá, chocolate…No meu caso, tem as tias que bordam e costuram. Mas, ficar uma tarde costurando e bordando, as vezes, nunca me matou.

    • Os parentes “cabeça de bacalhau”

    Esses a gente sempre escuta os pais e os tios falarem, mas nós mesmos nunca vimos de perto. hehehe

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    agosto 10th, 2009CarolCinema, Dica, Polêmica

    cartaz

    Bem provável que nas capitais a sensação seja diferente. Mas, algumas pessoas do interior, principalmente as bem mais velhas, sempre repetem a seguinte asneira: que na época do Governo Militar, as coisas eram melhores.

    Não tenho nenhum pudor em dizer que isso é uma asneira e das grandes. Quem ficou alheio a todas as atrocidades cometidas pelo governo militar no Brasil, tem a sensação mesmo que naquela era melhor. Sem falar na nostalgia e no fato da pessoas estar no melhor momento da sua vida: a juventude, por isso era melhor que hoje, era mais tranquilo e a vida mais leve.

    Só não pensa assim quem teve um filho torturado e, ainda está desaparecido. Ou, foi vítima da sua coragem em falar e defender o que pensa, indo parar numa delegacia, torturado, humilhado e muitos exilados.

    o-ano-em-que-meus-pais-sairam-de-ferias

    O filme O ano em que meus pais sairam de Férias trata um pouco dessa alienação. Mas, uma alienação quase que necessária: nas crianças. Conta a história de um moleque que é deixado na casa do avó, pois seus pais saem de férias (tentam fugir da perseguição feita pela polícia).

    A perseguição militar, no entanto, não está no primeiro plano da narrativa, mas está sempre presente: nas atitudes e nas conversar em tom baixo, uma vez que é uma criança que está nos contando como ela ficou esperando os pais e por política ser assunto de gente adulta!

    Além disso, tem aquela velha fórmula da amizade conquistada no convívio entre um senhor judeu, acostumado a ser sozinho, e uma criança mimada que só pensa em jogar futebol de botão e espiar as moças de lingerie.

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