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    setembro 28th, 2009CarolCotidiano, Dica, Humor

    Olha a mão na roda que vai ser esse post pra você homem, que tem o péssimo hábito (a.k.a. dedo podre) para escolher mulheres.

    Existe coisa pior que mulher ciumenta? OK, existe: as malucas e ciumentas. Mas, de maluquice eu não entendo muito. Já de ciúmes eu posso falar: nada melhor que um crítico de cinema para falar de cinema, certo? (Não!).

    Ainda sim, eu sou quase perita nisso e vou poder ajudar você: leitor que tem no pé uma namorada/mulher/peguete/wathever ciumenta.

    1. Melhor Prevenir que remediar:

    Sua avó estava certa. Melhor levar um casaco, do que pegar friagem e ficar com dor de garganta. Então, melhor saber antes de namorar/pegar/wathever se a mulher é ciumenta. Geralmente, isso é difícil. Elas sabem camuflar muito bem. Identificou a ciumenta? Cai fora, simples assim.

    2. Peguei, e agora?

    Senta, espera o primeiro barraco e chora. Tô brincando, calma.  Faz assim: percebeu que vai ter problemas? Cai fora, simples assim.

    Daí você diz que não tem nada disso e que está tudo sobre controle. Ok. Eu respondo: Cai fora, simples assim.

    3. Peguei. Larguei. Peguei de novo.

    Cuidado, se a ciumenta for vingativa, desculpa te informar mas você é corno. ABS.

    4. Peguei e ela não quer me largar.

    Dica: Cai fora, simples assim.

    E ligue para um advogado e certifique-se de que ela não vai se aproximar de você tão cedo.

    5. Larguei, mas eu quero ela de volta.

    … é tem quem curte mulher ciumenta. Boa sorte!

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    setembro 24th, 2009CarolCotidiano, Humor

    Eu não sofro de TPM. Mas, às vezes eu acho que estou atacada e só pode ser TPM. Hoje foi um dias desses, o que me lembrou de outros dois episódios.

    3 Fatos que compravam que sou antipática

    “Sempre sorrindo e atenciosa. Ainda quero ver esse seu lado antipática, como você sempre diz”. Eu tenho ouvido muito isso nos últimos meses. Mas, existem três fatos que comprovam o contrário, reflitam:

    1. No último ano da Graduação:

      Colega da Comissão de Formatura:Carol, você tem que participar da festa de formatura. Vai ser a última vez que todo mundo vai se ver. Se bobear nunca mais a gente vai ter a chance de se encontrar de novo.

      Eu: – Você promete?

    2. Na academia, no começo do semestre:

      Cara mala que fica olhando minha bunda:Posso dividir o aparelho com você?

      Eu: – Não.

      CMQFOMB: (fazendo gestual como se eu não estivesse escutado direito, por causa da música alta). – Eu disse: Posso dividir o aparelho com você?

      Eu: (fazendo o gestual como se ele não tivesse escutado direito, por causa da música alta) Não.

    3. No MSN, hoje:

      Ex-Xarope (vulgo ex-namorado): oie td bm? (emoticon)

      vi suas fotos no orkut.

      tah lindonah

      (2 minutos depois)

      Carol (ocupada): Obrigada.

      Ex-Xarope: uhahuhahahuha

      (5 minutos depois)

    Ex-Xarope: tah namorandu gordim agora?

    (emoticon de mendigo rindo)

    (emoticon de velhinha rindo)

    (muitos minutos depois)

    Ex-Xarope: ocupada?

    (2 minutos depois)

    Carol (ocupada): Muito , tô dando o c* pro gordim!

    naogrite

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    setembro 21st, 2009CarolBlog, Polêmica

    Fato 1: Sou ciumenta.

    Fato 2. Sou ciumenta.

    Fato 3. Meu namorado é gostoso.

    Triste isso, né? Eu sei, não queria ser assim.

    wtfisthisshitks1.medium

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    setembro 16th, 2009CarolDica, Discursando

    Existe coisa mais difícil que convivência? Passar semanas, meses ou anos com a mesma pessoa. Ter momentos de extrema felicidade, de extrema tristeza e principalmente muitos momentos medianos. Aliás, são esses momentos intermediários que nos servem de referência para que reconheçamos quando se trata de um momento extrememente feliz ou extremamente triste.

    O problema de um relacionamento não são os momentos medianos, mas quando a gente passa tempo demais com uma pessoa. Nesse “tempo demais”, mais ou menos, são distribuídos da seguinte maneira: de 90% de extrema alegria e 10% mediano. Só que de repente, quando menos se espera esses momentos de extrema alegria se transformam em algo menor que o mediano, mas não chegam a ser tristes. Não é um fardo conviver com a pessoa, mas não é mais interessante.

    Assim como você não poderia deixar de fazer planos sem incluir a pessoa querida ou pensar nela em todas as coisas boas que fazia ou, ainda, pensar nos momentos bons que passaram juntos, você simplesmente não vê muito futuro na relação. Mas, o que aconteceu? O amor acabou? A paixão passou? A relação esfriou? A pessoa mudou ou eu mudei?

    Viu como relacionamento é complicado. Mas, a gente sempre está correndo atrás de um. Atrás daquele que nos trará momentos de muita alegria, momentos de pouca alegria, momentos muito tristes, pouco tristes e principalmente momentos medianos.

    Por isso, aproveitei a semana para falar de 3 filmes cujo o tema é: relacionamento!!! Aproveito e já dou as dicas dos filmes da semana. Cada filme toca em alguns pontos importantes. Tentei de algum modo “relacioná-los” e acho que (não) consegui.

    Por exemplo, a personagem da Scarlet Johanson, em Vicky Cristina Barcelona, se apaixona por um pintor que mantém um relacionamente turbulento com a ex-esposa. O cara, alma de artista, precisa sempre estar apaixonado e toda aquela baboseira e tal. A ex-esposa (Penélope Cruz) e a personagem da Srta. Johanson juntas torna-se uma espécie de esposa ideal e o casal ( de três) acabam encontrando um equilíbrio (até que o relacionamento acabar, claro!).

    Já em 2 Dias em Paris, Marion e Jack, que moram juntos há dois anos, começam a se conhecer melhor em apenas 2 dias. Numa visita a cidade natal da namorada, Jack acaba conhecendo os namorados anteriores, histórias íntimas e uma cultura a respeito de sexo bem diferente da americana. Um filme que mostra que Paris só é romântica para os casais apaixonadamente românticos.

    Falando em sexo, e que tal um relacionamento baseado nele? Amor, sexo, cumplicidade, sexo, amizade, sexo e sexo. Sim, fazer sexo e não amor. Como dizem, amor é o que sentimos, sexo é o que fazemos. Não precisa necessariamente ter os dois. O problema é quando um pensa que existe tudo isso que mencionei anteriormente e o outro está interessado mesmo só em fazer sexo, ou melhor, mantém um relacionamento sexualmente interessante.

    Assim é o filme 9 Songs: um casal que se conhece num show de rock, compartilham os mesmos gostos sobre shows, baladas, estilo de vida e sexo. Casal perfeito. Cenas fortes de sexo e shows ao vivo das melhores bandas européias salpicadas de pequenos momentos de cumplicidade e amizade. Num filme tradicional seria diferente: cenas fortes de cumplicidade e amizade salpicadas de pequenos momentos sexuais.

    Mas, como eu disse: conviver e se relacionar é difícil. Mesmo assim não vivemos sem ter uma complicação dessa pelo menos uma vez na vida. Relacionamento ideal?  Existe? O que precisa para ter sucesso em um? Não sei, estou descobrindo ainda.

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    setembro 14th, 2009CarolBlog

    Eu juro que tentei. Mas, não consegui. A saída é: por favor substituam o “link antigo do feed” desse blogue, pelo seguinte:  http://feeds.feedburner.com/EsmalteDaSemana. Nesse os posts estão completos, ok? Desculpem-me pelo transtorno.

    Beijos!

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    setembro 14th, 2009CarolBlog, Humor, Inutilidade, Lista

    Esse é um post-resposta ao “50 acontecimentos que com certeza todo homem viverá“, publicado no blogue Leite de Vaca. COM, do querido Hamilton.

    Ele listou coisas bem interessantes e muitas delas eu nunca vou fazer. Outras, nenhuma mulher iria fazer, ou iria, já que esse mundo está de cabeça para baixo mesmo. Então, com muito humor, cara de pau e gordura localizada eu fiz a seguinte lista:

    1. Nascer
    2. Primeiro choro
    3. Engatinhar
    4. Primeiros passos
    5. Pronunciar a primeira palavra
    6. Primeiro tropeço
    7. Primeiro Machucado
    8. Primeira boneca loira
    9. Brincar de casinha
    10. Brincar de professora
    11. Brincar de médico com os primos
    12. Aprender a desobedecer os pais
    13. Aprender a escrever
    14. Fazer aula de piano/ballet/sei lá para agradar a mãe
    15. Querer passar batom
    16. Usar esmalte
    17. Cortar o cabelo como a irmã mais velha
    18. Diminuir a saia
    19. Aumentar o salto
    20. Primeira menstruação
    21. Primeiro Beijo
    22. Primeira cantada
    23. Brigar com a amiga pelo mesmo menino
    24. Se apaixonar pelo professor
    25. Primeiro namorado
    26. Chegar tarde em casa
    27. Primeiro porre
    28. Primeira nota vermelha
    29. Primeira dieta
    30. Primeiro amor não correspondido
    31. Primeira traição
    32. Primeiro perdão
    33. Primeiro sermão do pai
    34. Primeira transa
    35. Festa de 15 anos
    36. Primeira escolha errada
    37. Passar no vestibular
    38. Trote na faculdade
    39. Primeiro rolo de faculdade
    40. Entender os pais
    41. Se desentender com os amigos
    42. Arranjar mais amigos
    43. Primeiro emprego
    44. Primeira demissão
    45. Se arrepender do curso
    46. Continuar no curso
    47. Engordar fazendo o TCC
    48. Fazer mestrado
    49. Encontrar um cara perfeito
    50. Descobrir que ele é gay
    51. Encontrar o segundo cara perfeito
    52. Namorar o cara perfeito
    53. Casar com o cara perfeito
    54. Ter filhos com o cara perfeito
    55. O cara perfeito continuar perfeito
    56. O cara perfeito te trocar por uma mais nova
    57. Primeiro divórcio
    58. Correr atrás de advogado
    59. Correr atrás da pensão
    60. Mandar os filhos para encher o saco da nova esposa do cara perfeito
    61. Primeira plástica
    62. Segunda plástica
    63. Lipoaspiração
    64. Ficar loira
    65. Arranjar um namorado mais novo
    66. Entrar na menopausa
    67. Primeiro neto
    68. Reunir a família para um almoço
    69. Fazer 50 anos e ter cara de 30
    70. Fazer 70 anos e ter cara de 50
    71. Morrer de ataque cardíaco numa mesa de operação, fazendo outra plástica!
    72. Primeiro orgão doado.

    hahahahahahaha

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    setembro 13th, 2009CarolDiscursando, Televisão

    As Novelas:

    Eu não acompanho novela. Não gosto, acho tudo muito repetitivo e detesto a forma com que aqueles atores “atuam”. E final de novela não tem nenhuma surpresa de verdade, né? A gente sabe que de alguma forma o mocinho vai dar bem pra c*cete e o vilão vai comer o pão que o Wolf Maia amassou. Tudo dá irritantemente certo, tudo é explicado e resolvido no último bloco do último capítulo, todas as mulheres ficam grávidas, todos os casais de acertam, todos os apaixonados platônicos acabam se declarando, todo doente sara e até os mortos voltam a vida.

    Aquela novela Mutantes me dava vergonha. Caminho das Índias, ou qualquer novela com o tema “estrangeiros” me dá vergonha. Os bordões me irritam de maneira indecente. Mas, o que me dá frio na espinha mesmo são as caracterizações: as novelas no Brasil, nem os autores, muito menos os atores, não tem idéia do que seja construir um personagem: juntam tudo o que tem de mais cliché, batem no liquidificador e fazem cara de paisagem.

    Os programas de humor:

    Nenhum salva. Nem os clássicos e os mais novos já estão desgastados. O melhor é que muita gente acha as fórmulas desses programas geniais e nem se dão conta de que é cópia, às vezes mal feita. E o que tem de bom e original, fica de canto até alguma emissora grande comprar o quadro e enfiar umas boazudas de bunda de fora no melhor estilo Maurício Sherman.

    Programas de auditório:

    Desses eu desisti faz tempo. Ou tem mané fazendo piada chata, ou tem atores e modelos aprendendo a dançar, ou ainda, dupla sertaneja e grupo de forró cantando playback. Sem falar num idiota agitando a platéia ou um narigudo no teclado.

    Programas de Entrevista:

    Alguns são bons ainda.

    Programas infantis:

    Não importa a apresentadora e sim os desenhos. Desenho é bacana? Então, o programa é bacana.

    Programas matinais ou femininos

    Parece que não sabem mais inventar coisa para ensinar a mulherada. Já passaram todas as receitas e agora estão reciclando. Antes o que era arroz de forno virou lasagna de arroz. Antes o que era pudim de chocolate, virou brigadeirão. E o que eu conhecia como batida ou vitamina (bebida feita com leite + fruta) virou smoothie. A saída foi dar dinheiro: descobrir o que tem no cofre, na mala, na panela, na caixa ou na cabeça  da loira que apresenta o programa.

    Tele-Jornais

    Superficial como sempre e agora, com a internet, OLD Total!

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    setembro 8th, 2009CarolCotidiano, Inutilidade, Lista

    Segunda-feira é o dia mundial de iniciar algum projeto. Ou, o dia mundial de empurrar com a barriga aquilo que você não fazer hoje, terça-feira. Aliás, o melhor dia para determinar que você vai começar alguma coisa na segunda-feira é a terça-feira.

    Se eu não me engano, de acordo com o pouco de aprendi de matemática na escola, até chegar segunda-feira de novo, você poderá aproveitar mais ou menos, seis dias de procrastinação.  Olha que beleza!

    Mas, tem outra coisa legal que acontece na segundona brava: a mulher paranóica que frequenta a acadêmia de ginástica.

    Eu sou mulher, eu achava que era maluca e ultimamente descobri que existe muita mulher mais maluca do que eu. Daquelas de bater o pino e escapar parafusos, sabe? Como eu cheguei a essa conclusão humilde? Observando, são anos de experiência como mulher, apesar de gostar do sexo oposto.

    Nesse tempo que eu frequento a Aquactic, fazendo aula com o Antero e o Gustavo todas as manhãs, percebi uma coisa: segunda-feira a mulherada fica paranóica porque comeu muito no fim-de-semana: daí quem sofre são as esteiras e as bicicletas.

    Com isso resolvi listas as paranóias mais comuns dentro de uma acadêmia de ginástica, veja se você conhece alguém assim:

    1. A mulher que se pesa todos os dias. O dia que perde peso, fica feliz e te dá “bom-dia”. O dia que não perde, ou está mais pesada, sai pisando forte e nem te olha.

    2. O carinha que quase beija os bíceps no espelho.

    3. A mulher que só sabe falar de chá para emagrecer e outros alimentos.

    4. A mulher que só reclama que faz exercícios e não perde “uma” grama.

    5. A mulher que se pesa e diz em voz alta, tentando se convencer: “É, mas tem que considerar o peso das roupas e do tênis.”

    6. O gordinho preguiçoso que sua pra caramba e depois que termina de malhar, desce e compra um Suflair!

    7. O magrelo que só faz exercícios para os braços e carrega uma fita métrica na mochila.

    8. O moleque que acha que levanta muito peso e quase morre enforcado com uma barra. (essa eu quase passei mal de rir, tive que diminuir a velocidade da esteira)

    9. Por fim, a mulherada que se acaba de tanto correr na esteira depois de comer que nem padre no final de semana.

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    setembro 7th, 2009CarolCotidiano, Família

    Eu gosto de sonho!

    Explica isso, Freud!

    Conheço pessoas que não sonham, que sonham em preto e branco ou que sonham só quando estão ansiosas. Eu sonho muito, todos os dias e com tudo o que tenho direito: cores, cheiros, efeitos especiais, gente famosa e pessoas que nunca vi na vida.
    Eu não acredito muito nessas análises que muitas pessoas fazem, mas diversas vezes eu já sonhei que estava dando um voo panorâmico em cima da minha casa ou dando saltos enormes, em que quase flutuava, enquanto ando pelas ruas.
    O mais impressionante, no entanto, é que as vezes os acontecimentos dentro dos meus sonhos não tem muita coerência, uma coisa vai puxando a outra e assim por diante. Sem falar que eu sei que estou sonhando, como assim? Não sei, só sei que quando sonho eu sei que estou sonhando!
    Cheiro, textura, gosto, enfim…sem falar nos absurdos. Quer um exemplo, meu último sonho, que aliás entrou para o hall dos meus sonhos malucos:

    Estava eu e o Hamilton no mesmo salão em que eu colei grau, com a mesma decoração, mas esperando por um show de uma banda de rock. De repente, ele virou para mim e disse que iria lá fora um pouco, mas que eu ficasse ali guardando os nossos lugares. Eu concordei. Enquanto o Hamilton saia, um homem chegou anunciando que o show foi cancelado. Olhei para a porta, saí correndo, mas quanto mais eu corria mais distante o Hamilton e a porta ficavam, ao mesmo tempo que o lugar ficava bem mais cheio de pessoas.
    Quando consegui sair, olhei na direção em que ele estava, mas como enchia cada vez mais de gente, acabei perdendo o Hamilton de vista. Olhei em volta e nada. Olhei de novo e, sem muita explicação, o lado de fora do salão tinha se transformado num parque, numa praça, com muitas árvores e gramado bem verde. E mais a frente, uma espécie de portal, todo florido. Pensei em ir na direção do portal. Acabei desistindo porque avistei um amigo do Hamilton, o Carlos. Ele estava de costas, numa fila para entrar numa casinha bem rústica. Corri da direção desse amigo, mas quando cheguei perto, ele entrou na casa e a porta se fechou. Olhei pela janela, tentei perguntar para ele se ele sabia onde estava o Hamilton, mas como o vitrô estava fechado, o Carlos não conseguia me ouvir.
    Desisti e fui direto para o portal. Tinha um senhor logo na entrada. Esse senhor era muito parecido com o porteiro da escola em que eu fiz o ensino fundamental. Comprimentei ele e passei pelo portal. Tudo ficou turvo, nublado e tive a sensação que o tempo estava passando depressa. Dei um passo para trás, voltei para a praça. Mas já não era uma praça, nem um parque. Existia ali carros, ruas, pessoas circulando apressadas, prédios, neon, barulho e a seguinte faixa numa árvore antiga: “Comemoração dos 20 anos de construção do bairro”. Terminei de ler a faixa e disse em voz alta para mim mesma: “Poxa, já passou tanto tempo que o Hamilton nem lembra mais de mim”. Dei meia volta e fui embora.


    P. S. 1 _ Sim, eu estou com saudades!

    P.S. 2 _ Muita!

    P.S. 3 _ essa piada já é velha, né?!

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    setembro 5th, 2009CarolCotidiano, Família

    Minha sobrinha é a encarnação viva daquele trecho da música do Sérgio Mallandro: “um capeta em forma de guri”. Ela tem 3 anos e adora assistir desenho animado. É uma viciada em Simpsons, mas não consegue falar Simpson, em vez disso ela fala “pintu”. Toda vez que ela quer ver o filme, ela diz: Carolina, eu quero ver o “pintu”. E eu quase passo mal de tanto rir. (É ela consegue pronunciar Carolina, mas Simpsons fica difícil!)

    Uma vez no Ribeirão Shopping, minha irmã passou o maior carão na praça de alimentação. A menina viu o cartaz do filme e gritou: “Olha alííí, o pintu!!!”

    E essa semana, não foi o pintu e sim a cenoura. Como assim? Eu explico.

    Meu pai chegou com um pacote de cenouras e a peste, não sei o que passou na cabeça dela, pegou uma e saiu correndo pela casa. Até aqui tudo bem, sem problemas. Como estava quase na hora da minha irmã chegar, nem esquentei a cabeça, nem fui atrás para ver o que ela ia fazer com aquela cenoura.

    Minha irmã chegou, as duas foram embora. De noite fui ao banheiro fazer xixi e encontro a bendita cenoura do lado do bidê. Lavei as mãos, abri a porta, peguei a cenoura e na hora que apaguei a luz do banheiro minha mãe aparece na porta e dá uma olhada na cenoura que estava na minha mão e depois outra olhada para minha cara.

    Eu ali, saindo do banheiro com uma cenoura na mão. O que dizer? Eu só comecei a rir e disse: “a Isabelle deixou no banheiro!”

    Ainda bem que era minha mãe.

    nao-fui-eu

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