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março 5th, 2010CotidianoNão sei bem porque mas eu tive o sonho mais bizarro de toda a minha vida. Primeiro, sonhei que eu era um homem e estava preso numa torre bem alta, com duas janelas de vidro.
A janela esquerda mostrava uma tribo nigeriana só de mulheres, todas bem bonitas e a única coisa que faziam era se arrumar, passavam batom, maquiagem, se enfeitavam, penteavam os cabelos, se elogiavam …
E a outra janela, da direita, estava coberta por uma cortina amarelada de tão velha. Detalhe, em nenhum momento, no sonho, tive a curiosidade de abrir a cortina. Em compensação, estava ansiosa para sair da torre e para isso só existia uma solução: quebrar uma das janelas e pular.
Escolhi a da esquerda, sem saber o que tinha do outro lado. Quebrei o vidro e quando fui pular, olhei para a outra janela e resolvi afastar a cortina e dar uma espiada: era uma tribo nigeriana só de homens, comendo as pessoas que eram atraídas pelas mulheres da outra tribo.
Lembrei disso aqui:
Tags: Cotidiano, Sonho
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Depois de passar a tarde no Shopping de Canoas (Rio Grande do Sul), o Hamilton resolveu tomar um milk-shake Ovomaltine no Bob’s, enquanto eu comeria uma fatia de torta mousse de chocolate. A única loja do shopping que vendia bolos/tortas era a Arte e Café.
Pedi uma fatia de torta de mousse de chocolate preto e branco. O preço da fatia passou os quatro reais, não me lembro. Mas, até aqui tudo bem pagar esse preço por uma fatia ótEma de bolo ou torta. O problema é que não era ótEma: as raspas de chocolate da cobertura eram de chocolate hidrogenado e a parte do mousse branco, parecia mais com creme de confeiteiro (recheio sem graça dos sonhos de padaria). Enfim, a mousse de chocolate escuro estava muito bom e só.
Fica a dica para a Arte e Café: por favor não usem chocolate hidrogenado, nem coloquem farinha/gelatina/whatever nos mousses.
Não é de todo ruim, só se compararmos aos bolos/tortas vendidos pela Cravo e Canela, pela Amor aos Pedaços ou as sobremesas da Mousse Cake Café. Portanto, Lambida para a torta de mousse da Arte e Café, Shopping Canoas-RS.
(Esse foi meu momento: Coma Com Os Olhos. ABS.)
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janeiro 27th, 2010Cotidiano, DiscursandoEu odeio duas coisas: quiabo e cachorro. Minha “batchan”, muito esperta, um dia fez uns tempurás de quiabo e eu acabei comendo, sem saber direito do que era. Comi uns molhando no molho shoyo, mas porque era tempurá, estava crocante e o sabor do molho mascarava o sabor do quiabo. Ah! Ainda assim, odiei quiabo. Não adiantou.
Mas, quiabo a gente risca da lista de compras e evita de uma vez. Complicado foi o dia que minha irmã chegou em casa com uma bola de pelos branca aka filhote de poodle. Eu tinha 16, quase fazendo 17, e a primeira coisa que eu disse quando o vi: “Ah, não!!!! Cachorro dentro de casa, não!” A casa não era só minha, a família toda se derreteu para aquele filhote medroso. “Pior, ainda arranjaram um cachorro bunda mole!”, minha adorável simpatia pelo cachorro era nítida!
Os dias se passaram e eu reparei que ninguém tinha dado um nome para ele. E a bolinha de pelos ficava parada na porta do meu quarto, com a língua para fora. Eu só levantava da cama e fechava a porta e continuava a estudar. Isso quando ele não me seguia querendo um pedaço de biscoito ou de qualquer doce. Sempre o afastava com os pés, tirava ele do meu caminho ou simplesmente desviava dele.
Bolinha pra lá. Bolinha pra cá. Resolveram dar o nome para o cachorro de Bolinha! Me indignei, chamei todo mundo na cozinha e falei: “Me recusa a morar na mesma casa com um cachorro chamado Bolinha!”. Minha sobrinha sugeriu Fofucho (por causa daquele hamster Hantaro), lógicamente eu recusei. Então, minha mãe perguntou qual nome eu daria ao filhote e prontamente sugeri uma lista: Kenji, Hachiko, Logan, Kal-El, Eric ou Kenny.
Só quando disse Kenny que o pessoal fez uma cara de “parece-um-bom-nome”. E ficou Kenny. Melhor que Bolinha e nome bom para um cachorro: curto e digno. Depois daquele dia comecei a me afeiçoar ao Kenny. Ele era um ótimo cachorro, preguiçoso e espaçoso, apesar de nunca ter pesado mais de 3,5 quilos. Ah! Ele adorava bacon e sempre ficava com os recheios dos meus biscoitos.
Nesse final de semana, como sempre faço, liguei para casa dos meus pais e perguntei do Kenny. Estava com saudades (a vizinha tem um poodle branco que sempre late para mim quando eu dou as caras na sacada) e minha irmã disse que ele não queria comer nada. Já o tinha levado ao veterinário, comprou umas comidinhas para cachorro que ele tanto gosta, e estava esperando a segunda-feira para voltar ao veterinário: “Quem sabe ele não melhora até lá, já que voltou a comer”.
Fiquei triste e pedi para ela me ligar assim que chegasse do médico. Como ninguém tinha me ligado, nem mandado e-mail, resolvi ligar mais uma vez e perguntar do Kenny. “Ah…ele já estava velhinho, né?!”… minha mãe mal terminou a frase e eu já comecei a soluçar. Ela passou o telefone para minha irmã que me comunicou que o Kenny tinha falecido. Eu acho que eu nunca fiquei tão triste. Sei que era só um cachorro, já tinha mais de 12 anos, mas vai fazer muita falta para mim.
P.S. Agora eu vou ter uma boa desculpa para chorar quando assistir ao filme “Meu Cachorro Skip”.
(*) Eu ia zoar com o fato do Kenny ter ganhado esse nome por causa da série South Park, mas a minha moral cristã não deixou. Ainda bem que existem os PS’s e os Asteriscos: clique para a piada sem-coração.
Tags: animal de estimação, Cachorro, Meu Amigo Skip -
novembro 9th, 2009Cotidiano, Inutilidade, Lista
Ninguém tem a obrigação de saber alemão, inglês, francês ou qualquer outra língua (menos espanhol, porque não é língua estrangeira ABS). Mas, aprender a pronunciar os nomes estrangeiros ás vezes é bom e faz bem para nossos ouvidos. Em Portugal, por exemplo, muitos livros de história costumam traduzir até mesmo os nomes próprios, o que acaba sendo cômico: Gerárd vira Gerardo sem vergonha nenhuma em livros sobre a Idade Média e a sociedade feudal.
Não é disso que estou falando, pois traduzir nomes próprios é uma “opção”, tosca, mas é. Agora falar errado ou querer adivinhar é uma falta de compostura, deselegância e próprio de cabeças de melão. O melhor é que ouvi tudo isso aí em plena faculdade, …
Freud > Frêeudi
Stalin > Instânlei
Nietzsche > Níêtchê
Chaunu > Xáuni
Braudel > Bráudeu
Duby > Doubai e Doubi
Le Roy LaDurie > Tudo menos “Le Roy LaDurie”
Schumpeter > Iscúmpíter
Wittgenstein > (Teeenso)
Ricoeur > Rícouer
Hesíodo > Hesiôdo
Tá bom né? Desculpe-me.
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novembro 9th, 2009CotidianoLembrei das aulas de História Contemporânea na Unesp-Franca. Numa aula sobre Liberalismo e obviamente sobre Adam Smith, a senhora que nos ministrava a aula disse que Adam Smith “inventou” o Liberalismo. Eu levantei a minha pequena mãozinha de japonesa e disse: “Hehehehe acho que ele teorizou”. Ela me olhou e respondeu: “Inventou”. Eu retruquei: “Se eu insistir, afetará na minha nota final?” (Eu tinha tirado 10 na prova, cof cof cof). Ela começou a rir e respodeu: “Daqui a pouco a gente conversa”.
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outubro 12th, 2009CotidianoFoi ontem. Terminei de conversar com o Hamilton, pelo Gtalk, fui assistir SteamBoy. Desliguei o notebook. Quando foi mais no final da tarde, fui limpar a casa, lavar o quintal e tirar a poeira dos móveis. Lembrei que tinha o novo albúm da banda The Von Bondies e busquei o notebook para ouví-lo enquanto arrumava as coisas por aqui.
O notebook não ligou.
Fiquei tensa.
Tentei mais uma vez e, novamente, não ligou.
Minha teeeeeensão aumentou. Sentei numa cadeira q tinha por perto, respirei fundo. Meu pai entrou na copa e perguntou o que tinha acontecido. Contei para ele. Ele disse para tentar de novo.
Nada de ligar.
Ele ficou com pena e disse que depois do feriado me comprava um novo. Meu irmão chegou, olhou e perguntou o que eu tinha feito. Contei para ele, ele disse para tirar a bateria, tentar ligar na tomada e mais um monte de coisas. Depois pediu para colocar a bateria e …
Ligou.
Nossa que alívio, quase chorei, meu pai e meu irmão não paravam de rir da minha situação e ainda completaram: “Se fosse o namorado dela, ela não ficaria tão preocupada!!!”
Tá, não vivo sem meu notebook. E daí?
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outubro 1st, 2009Cotidiano, Dia Comemorativo, Família, HumorPatrimônio histórico e cultural de Porto Alegre para os habitantes da cidade, mas o Mercado Público Central para mim tem um significado especial. Confesso que não gosto muito de mercados pelo cheiro de peixe, muitas pessoas circulando, barulhos e a sujeira.
Mas, quando a gente está na companhia de uma pessoa especial, com um sorriso especial e um olhar mega especial, fica díficil prestar atenção no cheiro do peixe, nas pessoas passando, no barulho e na sujeira. Viu como mulher apaixonada fica meio lesada?
E vocês sabiam que o tal mercado, inaugurado em 1869, tem até musiquinha? Olha, bem sugestiva, diga-se de passagem:
No Mercado Público a gente come,
ou leva alguma coisa para comer
vela de acender para qualquer santo
manto e guarda-chuva se chover.No Mercado Público tem bilhete,
salada com sorvete na Banca 40,
pente, flor, tabaco, sal, corrente,
é o espaço democrático no coração da gente.Mercado Público,
o mercado é público pode entrar,
nosso mercado tem até trilho,
é pena que o bonde não passa mais lá.(Neto Fagundes)
***

Fiquei pensando na estrofre grifada.
Fiquei pensando porque o Hamilton me levou lá.
Depois desse tempo, tudo está se encaixando!
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Olha a mão na roda que vai ser esse post pra você homem, que tem o péssimo hábito (a.k.a. dedo podre) para escolher mulheres.
Existe coisa pior que mulher ciumenta? OK, existe: as malucas e ciumentas. Mas, de maluquice eu não entendo muito. Já de ciúmes eu posso falar: nada melhor que um crítico de cinema para falar de cinema, certo? (Não!).
Ainda sim, eu sou quase perita nisso e vou poder ajudar você: leitor que tem no pé uma namorada/mulher/peguete/wathever ciumenta.
1. Melhor Prevenir que remediar:
Sua avó estava certa. Melhor levar um casaco, do que pegar friagem e ficar com dor de garganta. Então, melhor saber antes de namorar/pegar/wathever se a mulher é ciumenta. Geralmente, isso é difícil. Elas sabem camuflar muito bem. Identificou a ciumenta? Cai fora, simples assim.
2. Peguei, e agora?
Senta, espera o primeiro barraco e chora. Tô brincando, calma. Faz assim: percebeu que vai ter problemas? Cai fora, simples assim.
Daí você diz que não tem nada disso e que está tudo sobre controle. Ok. Eu respondo: Cai fora, simples assim.
3. Peguei. Larguei. Peguei de novo.
Cuidado, se a ciumenta for vingativa, desculpa te informar mas você é corno. ABS.
4. Peguei e ela não quer me largar.
Dica: Cai fora, simples assim.
E ligue para um advogado e certifique-se de que ela não vai se aproximar de você tão cedo.
5. Larguei, mas eu quero ela de volta.
… é tem quem curte mulher ciumenta. Boa sorte!
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TPM feelings
10
Eu não sofro de TPM. Mas, às vezes eu acho que estou atacada e só pode ser TPM. Hoje foi um dias desses, o que me lembrou de outros dois episódios.
3 Fatos que compravam que sou antipática
“Sempre sorrindo e atenciosa. Ainda quero ver esse seu lado antipática, como você sempre diz”. Eu tenho ouvido muito isso nos últimos meses. Mas, existem três fatos que comprovam o contrário, reflitam:
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No último ano da Graduação:
Colega da Comissão de Formatura: – Carol, você tem que participar da festa de formatura. Vai ser a última vez que todo mundo vai se ver. Se bobear nunca mais a gente vai ter a chance de se encontrar de novo.
Eu: – Você promete?
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Na academia, no começo do semestre:
Cara mala que fica olhando minha bunda: – Posso dividir o aparelho com você?
Eu: – Não.
CMQFOMB: (fazendo gestual como se eu não estivesse escutado direito, por causa da música alta). – Eu disse: Posso dividir o aparelho com você?
Eu: (fazendo o gestual como se ele não tivesse escutado direito, por causa da música alta) – Não.
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No MSN, hoje:
Ex-Xarope (vulgo ex-namorado): oie td bm? (emoticon)
vi suas fotos no orkut.
tah lindonah
(2 minutos depois)
Carol (ocupada): Obrigada.
Ex-Xarope: uhahuhahahuha
(5 minutos depois)
Ex-Xarope: tah namorandu gordim agora?
(emoticon de mendigo rindo)
(emoticon de velhinha rindo)
(muitos minutos depois)
Ex-Xarope: ocupada?
(2 minutos depois)
Carol (ocupada): Muito , tô dando o c* pro gordim!

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setembro 8th, 2009Cotidiano, Inutilidade, ListaSegunda-feira é o dia mundial de iniciar algum projeto. Ou, o dia mundial de empurrar com a barriga aquilo que você não fazer hoje, terça-feira. Aliás, o melhor dia para determinar que você vai começar alguma coisa na segunda-feira é a terça-feira.
Se eu não me engano, de acordo com o pouco de aprendi de matemática na escola, até chegar segunda-feira de novo, você poderá aproveitar mais ou menos, seis dias de procrastinação. Olha que beleza!
Mas, tem outra coisa legal que acontece na segundona brava: a mulher paranóica que frequenta a acadêmia de ginástica.
Eu sou mulher, eu achava que era maluca e ultimamente descobri que existe muita mulher mais maluca do que eu. Daquelas de bater o pino e escapar parafusos, sabe? Como eu cheguei a essa conclusão humilde? Observando, são anos de experiência como mulher, apesar de gostar do sexo oposto.
Nesse tempo que eu frequento a Aquactic, fazendo aula com o Antero e o Gustavo todas as manhãs, percebi uma coisa: segunda-feira a mulherada fica paranóica porque comeu muito no fim-de-semana: daí quem sofre são as esteiras e as bicicletas.
Com isso resolvi listas as paranóias mais comuns dentro de uma acadêmia de ginástica, veja se você conhece alguém assim:
1. A mulher que se pesa todos os dias. O dia que perde peso, fica feliz e te dá “bom-dia”. O dia que não perde, ou está mais pesada, sai pisando forte e nem te olha.
2. O carinha que quase beija os bíceps no espelho.
3. A mulher que só sabe falar de chá para emagrecer e outros alimentos.
4. A mulher que só reclama que faz exercícios e não perde “uma” grama.
5. A mulher que se pesa e diz em voz alta, tentando se convencer: “É, mas tem que considerar o peso das roupas e do tênis.”
6. O gordinho preguiçoso que sua pra caramba e depois que termina de malhar, desce e compra um Suflair!
7. O magrelo que só faz exercícios para os braços e carrega uma fita métrica na mochila.
8. O moleque que acha que levanta muito peso e quase morre enforcado com uma barra. (essa eu quase passei mal de rir, tive que diminuir a velocidade da esteira)
9. Por fim, a mulherada que se acaba de tanto correr na esteira depois de comer que nem padre no final de semana.
Tags: Esporte, Loucura, Segunda-feira





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