-
agosto 15th, 2010Cotidiano, DiscursandoA fofoca existe porque existem pessoas fofoqueiras, ou as pessoas fofoqueiras só passaram a existir depois que a primeira fofoca foi feita? Quem nasceu primeiro: o fofoqueiro ou a fofoca?
Não vou ser hipócrita e dizer que eu não faço isso. Eu gosto de saber de algumas coisas, mas quando é algum segredo eu sempre falo: “Fulano, seguinte, se a pessoa pediu segredo é melhor não me contar. Não quero saber”. Na verdade eu quero saber, mas nessas horas eu consigo controlar bem minha curiosidade porque pra mim isso nem é mais fofoca, já virou sacanagem.
Assim como a inveja, tem muita gente que fala em fofoca boa e fofoca ruim. Sei lá, pra mim inveja é inveja e fofoca é fofoca. O problema são as consequências: o teor da fofoca, para quem você vai fofocar, as circunstâncias e o quão floreada já está a fofoca. Aliás, a fofoca sempre é floreada. Algumas são tão sem noção que fica até difícil de acreditar. Algumas são tão “vedadeiras” que fica difícil de desmentir.
Com certeza já fizeram muitas fofocas sobre mim, e também nunca me dei mal por isso. No entanto, nesse momento, tem uma guria bem metida a fofoqueira, x-9 e que curte uma intriga. Ainda bem que eu não sou o alvo dela nesse momento e tô pensando em começar a me benzer, rezar, acender vela, qualquer coisa para que isso não aconteça.
Se alguém tiver alguma dica eu aceito.
Tags: Comportamento, Cotidiano, Fofoca, Polêmica -
agosto 2nd, 2010Blog, Cotidiano, Discursando, ListaEu como fã número 1 de blogues, gostaria de deixar meu humilde apelo, nesse humilde blogue e feito por essa humilde pessoa que sou eu!
Primeiro vou começar com alguns motivos pelos quais eu comecei a blogar:
1. A culpa é do César, amigo da faculdade que tinha um e eu morria de vontade de ter mas morria de vergonha de assumir meu lado nerd-nerd-nerd.
2. Eu ADORO dar opinião, tenho opinião para tudo, nem sempre a melhor, mas eu tenho. E nada melhor que ter um blogue para dar pitaco, né?
3. Eu AMO te criticar, fazer isso aqui me deixa mais leve. abs.
4. Eu ME DIVIRTO lendo a opinião alheia, mesmo quando eu não concordo, adoro ver como as pessoas pensam e de preferência diferente de mim. É uma boa forma de repensar alguns conceitos.
5. Eu fico aliviada em saber que existem tantas pessoas diferente e com opniões parecidas enfim… é o lance da opnião, percebeu né?
Diante desses motivos, eu vou lançar meu apelo: HAMILTON volta a escrever no blogue LeitedeVaca.COM. Pode não ser um blog hype, mas é um dos poucos que me encantam. Isso não tem nada a ver com o fato dele ser meu namorado. É que ler algo de quem você conhece intimamente é muito mais interessante, tem coisas “nas entrelinhas” que acabam ficando evientes com o passar do tempo, ou seja, a gente descobre em cada post um pouco mais sobre a pessoa.
Sem falar que é um blog com o nome mais bizarro que existe. “Por que não Leite de Vaca?”
É isso, beijo.
P.S. _ Eu também prometo voltar a escrever mais.
P.S. 2 _ Você não teria coragem de dizer nops pro gatchénho, né?
Tags: Blog, Blogueiro, Hamilton, Leite de Vaca -
maio 14th, 2010Cotidiano, Discursando, Inutilidade, TelevisãoO Max Gregson - o marido da Tara Craine Gregson, da série americana United States of Tara – é um banana ou é o cara ideal?
Óbvio que teremos que esperar que o seriado tenha mais episódios, mas algumas coisas me incomodam e, ao tempo, me encantam no personagem do Max:
1. O cara é gentil, compreensivo e pacífico na maior parte do tempo, isso significa 99,9% do tempo.
2. Ele sempre tenta amenizar as situações e parecer que os surtos e as crises da Tara nem são tão problemáticos assim.
3. Apoia a Tara e se dedica a lidar com a situação/problema/distúrbio/doença/trauma dela.
4. Sabe lidar muito bem com todas as personalidades da Tara.
5. Às vezes nem parece que ele tem uma esposa com múltiplas personalidades, um filho gay (lembre-se nossa sociedade é muito preconceituosa ainda!), uma filha sem noção e uma cunhada mais neurótica e mais narcisista que possa existir.Daí, depois de pensar em tudo isso, acabei assistindo aos episódios da segunda temporada e, finalmente, prestei atenção em algo que não tinha notado: assim como a Tara, o Max também toma calmantes (ou remédio para ansiedade, não sei bem. É a mesma coisa?). Isso contribui muito para o fato dele ser tão complacente com certas situações.
Definitivamente, isso me deixa muito angustiada. Muito angustiada…e eu achando que o cara era um banana! Ufaaaa… ele apenas toma calmante!
Tags: Comportamento, Seriados, série de tv -
maio 9th, 2010Cotidiano, DiscursandoEu nunca fui muito boa em matemática. Minha cabeça sempre entra em curto quando eu começo a fazer uma conta, mas nesses dois últimos meses eu entrei num curso particular só para aprender logaritmo, potência, raiz, … a calcular juros, montantes, taxas de amortização, descontos etc etc etc etc.
Eu fiquei esse tempo todo e … acreditem, errei na prova uma multiplicação. Detalhe, uma multiplicação ba-básica.
0,026 x 100 = ???
Suspense.
Eu coloquei 26, o que comprometeu o resto da conta de juros composto.
Ou seja, rodei numa continha de multiplicar, e ainda, por 100!!!!
Hoje eu tenho o direito a dramatizar tudo! Obrigada!
Tags: Cotidiano, Erro, Juros, Prova -
janeiro 27th, 2010Cotidiano, DiscursandoEu odeio duas coisas: quiabo e cachorro. Minha “batchan”, muito esperta, um dia fez uns tempurás de quiabo e eu acabei comendo, sem saber direito do que era. Comi uns molhando no molho shoyo, mas porque era tempurá, estava crocante e o sabor do molho mascarava o sabor do quiabo. Ah! Ainda assim, odiei quiabo. Não adiantou.
Mas, quiabo a gente risca da lista de compras e evita de uma vez. Complicado foi o dia que minha irmã chegou em casa com uma bola de pelos branca aka filhote de poodle. Eu tinha 16, quase fazendo 17, e a primeira coisa que eu disse quando o vi: “Ah, não!!!! Cachorro dentro de casa, não!” A casa não era só minha, a família toda se derreteu para aquele filhote medroso. “Pior, ainda arranjaram um cachorro bunda mole!”, minha adorável simpatia pelo cachorro era nítida!
Os dias se passaram e eu reparei que ninguém tinha dado um nome para ele. E a bolinha de pelos ficava parada na porta do meu quarto, com a língua para fora. Eu só levantava da cama e fechava a porta e continuava a estudar. Isso quando ele não me seguia querendo um pedaço de biscoito ou de qualquer doce. Sempre o afastava com os pés, tirava ele do meu caminho ou simplesmente desviava dele.
Bolinha pra lá. Bolinha pra cá. Resolveram dar o nome para o cachorro de Bolinha! Me indignei, chamei todo mundo na cozinha e falei: “Me recusa a morar na mesma casa com um cachorro chamado Bolinha!”. Minha sobrinha sugeriu Fofucho (por causa daquele hamster Hantaro), lógicamente eu recusei. Então, minha mãe perguntou qual nome eu daria ao filhote e prontamente sugeri uma lista: Kenji, Hachiko, Logan, Kal-El, Eric ou Kenny.
Só quando disse Kenny que o pessoal fez uma cara de “parece-um-bom-nome”. E ficou Kenny. Melhor que Bolinha e nome bom para um cachorro: curto e digno. Depois daquele dia comecei a me afeiçoar ao Kenny. Ele era um ótimo cachorro, preguiçoso e espaçoso, apesar de nunca ter pesado mais de 3,5 quilos. Ah! Ele adorava bacon e sempre ficava com os recheios dos meus biscoitos.
Nesse final de semana, como sempre faço, liguei para casa dos meus pais e perguntei do Kenny. Estava com saudades (a vizinha tem um poodle branco que sempre late para mim quando eu dou as caras na sacada) e minha irmã disse que ele não queria comer nada. Já o tinha levado ao veterinário, comprou umas comidinhas para cachorro que ele tanto gosta, e estava esperando a segunda-feira para voltar ao veterinário: “Quem sabe ele não melhora até lá, já que voltou a comer”.
Fiquei triste e pedi para ela me ligar assim que chegasse do médico. Como ninguém tinha me ligado, nem mandado e-mail, resolvi ligar mais uma vez e perguntar do Kenny. “Ah…ele já estava velhinho, né?!”… minha mãe mal terminou a frase e eu já comecei a soluçar. Ela passou o telefone para minha irmã que me comunicou que o Kenny tinha falecido. Eu acho que eu nunca fiquei tão triste. Sei que era só um cachorro, já tinha mais de 12 anos, mas vai fazer muita falta para mim.
P.S. Agora eu vou ter uma boa desculpa para chorar quando assistir ao filme “Meu Cachorro Skip”.
(*) Eu ia zoar com o fato do Kenny ter ganhado esse nome por causa da série South Park, mas a minha moral cristã não deixou. Ainda bem que existem os PS’s e os Asteriscos: clique para a piada sem-coração.
Tags: animal de estimação, Cachorro, Meu Amigo Skip -
janeiro 6th, 2010Discursando, Moda, PolêmicaQuantas vezes você já passou por uma vitrine, viu aquela roupa maravilhosa, experimentou e, simplesmente, você ficou um lixo! Eu disse lixo. O que você faz?
(1) Compra assim mesmo, porque o importante é ter estilo e a roupa é de marca e foda mesmo.
(2) Faz cara de PQP VCS e deixa pra lá. A roupa é bonita, mas não ficou bem em mim. Paciência.
(3) Amaldiçoa a mulher na qual a roupa ficará um luxo.
Pois é, não é?. Diante de pelo menos 3 alternativas, algumas famosas insistem em fazer escolhas “alternativas”, porque elas são fodas mesmo e podem se dar ao luxo de se vestirem como um lixo.
Tags: Moda, Mulher
- Laaaaambida!
-
novembro 6th, 2009Discursando, Inutilidade, ModaNão estou falando da bandinha underground, mas das modelos sensuais que eram vistas em muitas revistas do início do século passado. Sempre achei atraente o visual dessas garotas apesar de ser mulher. Peito avantajado, cintura pequena, coxas curvilíneas, bastante maquiagem, batom vermelho carregado, cabelos presos com franja ou topete, roupas curtinhas, lingeries e meias 7/8. Levemente erótico, totalmente sensual.
O que eu acho mais interessante é que muitos desenhos tem como cenário e tema o universo doméstico, que era bem o lugar ocupado pelas mulheres nessa época. Sem falar na sensação de que foram pegas no flagra num momento em que o vento levantou a saia e deixa a cinta-liga a mostra. Geralmante são loiras ou ruivas, mas acho as morenas mais bonitas e até achei uma gueixa bem sem vergonha no Google. E cara de susto? Massa né?
Tags: Mulher, pin-up
-
setembro 16th, 2009Dica, DiscursandoExiste coisa mais difícil que convivência? Passar semanas, meses ou anos com a mesma pessoa. Ter momentos de extrema felicidade, de extrema tristeza e principalmente muitos momentos medianos. Aliás, são esses momentos intermediários que nos servem de referência para que reconheçamos quando se trata de um momento extrememente feliz ou extremamente triste.
O problema de um relacionamento não são os momentos medianos, mas quando a gente passa tempo demais com uma pessoa. Nesse “tempo demais”, mais ou menos, são distribuídos da seguinte maneira: de 90% de extrema alegria e 10% mediano. Só que de repente, quando menos se espera esses momentos de extrema alegria se transformam em algo menor que o mediano, mas não chegam a ser tristes. Não é um fardo conviver com a pessoa, mas não é mais interessante.
Assim como você não poderia deixar de fazer planos sem incluir a pessoa querida ou pensar nela em todas as coisas boas que fazia ou, ainda, pensar nos momentos bons que passaram juntos, você simplesmente não vê muito futuro na relação. Mas, o que aconteceu? O amor acabou? A paixão passou? A relação esfriou? A pessoa mudou ou eu mudei?
Viu como relacionamento é complicado. Mas, a gente sempre está correndo atrás de um. Atrás daquele que nos trará momentos de muita alegria, momentos de pouca alegria, momentos muito tristes, pouco tristes e principalmente momentos medianos.
Por isso, aproveitei a semana para falar de 3 filmes cujo o tema é: relacionamento!!! Aproveito e já dou as dicas dos filmes da semana. Cada filme toca em alguns pontos importantes. Tentei de algum modo “relacioná-los” e acho que (não) consegui.
Por exemplo, a personagem da Scarlet Johanson, em Vicky Cristina Barcelona, se apaixona por um pintor que mantém um relacionamente turbulento com a ex-esposa. O cara, alma de artista, precisa sempre estar apaixonado e toda aquela baboseira e tal. A ex-esposa (Penélope Cruz) e a personagem da Srta. Johanson juntas torna-se uma espécie de esposa ideal e o casal ( de três) acabam encontrando um equilíbrio (até que o relacionamento acabar, claro!).
Já em 2 Dias em Paris, Marion e Jack, que moram juntos há dois anos, começam a se conhecer melhor em apenas 2 dias. Numa visita a cidade natal da namorada, Jack acaba conhecendo os namorados anteriores, histórias íntimas e uma cultura a respeito de sexo bem diferente da americana. Um filme que mostra que Paris só é romântica para os casais apaixonadamente românticos.
Falando em sexo, e que tal um relacionamento baseado nele? Amor, sexo, cumplicidade, sexo, amizade, sexo e sexo. Sim, fazer sexo e não amor. Como dizem, amor é o que sentimos, sexo é o que fazemos. Não precisa necessariamente ter os dois. O problema é quando um pensa que existe tudo isso que mencionei anteriormente e o outro está interessado mesmo só em fazer sexo, ou melhor, mantém um relacionamento sexualmente interessante.
Assim é o filme 9 Songs: um casal que se conhece num show de rock, compartilham os mesmos gostos sobre shows, baladas, estilo de vida e sexo. Casal perfeito. Cenas fortes de sexo e shows ao vivo das melhores bandas européias salpicadas de pequenos momentos de cumplicidade e amizade. Num filme tradicional seria diferente: cenas fortes de cumplicidade e amizade salpicadas de pequenos momentos sexuais.
Mas, como eu disse: conviver e se relacionar é difícil. Mesmo assim não vivemos sem ter uma complicação dessa pelo menos uma vez na vida. Relacionamento ideal? Existe? O que precisa para ter sucesso em um? Não sei, estou descobrindo ainda.
Tags: Dicas, Filmes, Namoro, Relacionamento -
setembro 13th, 2009Discursando, TelevisãoAs Novelas:
Eu não acompanho novela. Não gosto, acho tudo muito repetitivo e detesto a forma com que aqueles atores “atuam”. E final de novela não tem nenhuma surpresa de verdade, né? A gente sabe que de alguma forma o mocinho vai dar bem pra c*cete e o vilão vai comer o pão que o Wolf Maia amassou. Tudo dá irritantemente certo, tudo é explicado e resolvido no último bloco do último capítulo, todas as mulheres ficam grávidas, todos os casais de acertam, todos os apaixonados platônicos acabam se declarando, todo doente sara e até os mortos voltam a vida.
Aquela novela Mutantes me dava vergonha. Caminho das Índias, ou qualquer novela com o tema “estrangeiros” me dá vergonha. Os bordões me irritam de maneira indecente. Mas, o que me dá frio na espinha mesmo são as caracterizações: as novelas no Brasil, nem os autores, muito menos os atores, não tem idéia do que seja construir um personagem: juntam tudo o que tem de mais cliché, batem no liquidificador e fazem cara de paisagem.
Os programas de humor:
Nenhum salva. Nem os clássicos e os mais novos já estão desgastados. O melhor é que muita gente acha as fórmulas desses programas geniais e nem se dão conta de que é cópia, às vezes mal feita. E o que tem de bom e original, fica de canto até alguma emissora grande comprar o quadro e enfiar umas boazudas de bunda de fora no melhor estilo Maurício Sherman.
Programas de auditório:
Desses eu desisti faz tempo. Ou tem mané fazendo piada chata, ou tem atores e modelos aprendendo a dançar, ou ainda, dupla sertaneja e grupo de forró cantando playback. Sem falar num idiota agitando a platéia ou um narigudo no teclado.
Programas de Entrevista:
Alguns são bons ainda.
Programas infantis:
Não importa a apresentadora e sim os desenhos. Desenho é bacana? Então, o programa é bacana.
Programas matinais ou femininos
Parece que não sabem mais inventar coisa para ensinar a mulherada. Já passaram todas as receitas e agora estão reciclando. Antes o que era arroz de forno virou lasagna de arroz. Antes o que era pudim de chocolate, virou brigadeirão. E o que eu conhecia como batida ou vitamina (bebida feita com leite + fruta) virou smoothie. A saída foi dar dinheiro: descobrir o que tem no cofre, na mala, na panela, na caixa ou na cabeça da loira que apresenta o programa.
Tele-Jornais
Superficial como sempre e agora, com a internet, OLD Total!
Tags: Programação, Televisão, TV -
agosto 15th, 2009Discursando, Polêmica, TelevisãoEdir Macedo é inocente?!
A TV Globo faz a denúncia de utilização indevida do dinheiro arrecadado pela Igreja Universal. Em contra partida a Rede Record, que faz parte dos patrimônios da instituição religiosa, acusa a emissora carioca de manipular as notícias numa tentativa de eliminar a concorrência. Um verdadeiro barraco que pôde ser acompanhado pelos principais telejornais das duas emissoras. O melhor “toma lá, da cá” que me fez até esquecer o nabo do “Fora Sarney!”
Mas, quem está certo ou errado? A TV Globo por “denunciar” o bispo Edir Macedo num momento “propício”, a Rede Record por não aceitar o tapa na cara e muito menos oferecendo a outra face ao mesmo tempo que entregava o método utilizado pela emissora carioca para permanecer na liderança, ou o bispo Edir Macedo e a Igreja Universal por “aceitar” o dízimo dos fiéis?
Não sei, não acredito em Deus, tão pouco na imparcialidade das emissoras de televisão ou de qualquer meio de comunicação. Acredito que só o fato de selecionar as notícias que farão parte da pauta do jornal e em que horário essa notícia será dada, já é uma amostra disso. Não estou falando de manipulação, não é isso. E sei que é necessário essa seleção, é necessário a “ordem do dia”, “pagar a hipoteca”, “dançar conforme a música” e “oferecer o que os telespectadores querem assistir”, assim como a Igreja Universal oferece aquilo que seus fiéis querem de uma instituição religiosa.
No final das contas, na minha opinião, parece o sujo falando do mal-lavado!
Tags: Edir Macedo, Igreja Universal, Polêmica, Televisão, TV Globo
























Comentários