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#mimimi
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Satisfação, Sentir-se Necessário e Respeito. Segundo os psicólogos esses são os três pilares masculinos do relacionamento moderno. Sim, três pilares masculinos.
Estava assistindo um programa da Record News sobre o universo feminino e o tema era o seguinte: o que fazer para mudar seu marido. Conversa vai, conversa vem, blá blá blá e no final do programa eu cheguei a conclusão: Calma aí, no final das contas quem muda de comportamento é a mulher que passa a se conformar com o jeito/manias/personalidade do marido e não que ela realmente mude o marido em uma semana.
Eu não sou feminista de levantar bandeira, mas eu me cansei do fato de que a iniciativa para o relacionamento dar certo ter que partir da mulher. Perceberam que toda revista feminina tem aquela dica: “apimente seu relacionamento” e mais meia dúzia de dicas para pessoas sem criatividade nenhuma.
Ou ainda, “saiba como dar um upgrade no relacionamento” e as mesmas dicas de sempre: todas referentes a mulher se vestir com roupas mínimas, sensuais, pintar a cara e se fazer de safada. Ok. Nada contra. Tudo bem, mas e o contrário? Será que nenhum homem tem vontade de mudar sua mulher em uma semana?
A resposta para a pergunta é: “Claro que não!” Caso contrário, quem mais passaria a seguir as regras de um livro de auto-ajuda que ensina a mudar o seu marido em uma semana, quando na verdade quem está mudando é a própria pessoa. Os homens não fariam isso, no máximo se matriculariam numa academia e se entupiriam de proteína. Abs.
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maio 24th, 2010Dia Comemorativo, DicaNossa, hoje em dia tem tanta coisa que fica bem difícil de escolher. Fiz um apanhado de coisas que parecem bem bacanas para dar de presente para o namorado. Ah! Nenhum destes é o que eu vou dar para o Hamilton, hehehehe
1. Para os namorados que gostam de cozinhar:
2. Para os namorados que gostam de um trago:
3. Para os namorados que gostam de um trago gelado:
4. Para os namorados que não largam o iPod nem depois de um trago (também poderia ser para os namorados que gostam de ouvir Belle & Sebastian no iPod o dia todo):
Onde comprar? Aqui.
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1. Ser inteligente
O cara não precisa ter PhD em Astrofísica, nem ter o seu Q.I. registrado no Guinness Book, mas ser bem informado e saber manter uma conversa num nível mínimo de qualidade, seja sobre qual assunto for, é obrigatório!
2. Ter Senso de Humor
Assim como ser inteligente, ter senso de humor é fundamental. Quem disse que cara de velório ou mau-humor é atraente, além do que nenhuma mulher gosta de “grosseria” (não nesse aspecto ^^). Também não precisa ser um palhaço, ou metido a comediante de stand-up comedy, muito menos um engraçaralho sem noção. Bom senso, bom senso.
3. Ter um objetivo de vida
Fazer coleção de mangá, HQ ou ter o maior número de bonecos colecionáveis do Star Wars não é objetivo de vida, ok? Não precisa ser o vice-presidente do Banco do Brasil antes dos 30 anos de idade … nem ficar sendo sustentado pelos pais pro resto da vida, né?
4. Ter Personalidade Própria
Sabe aquela piada sobre a última palavra ser do homem: “Sim, senhora!” Esquece isso, coisa mais chata é namorado sem opinião própria e que nasceu pau-mandado da mãe, depois da namorada e depois da esposa!
5. Ter os 3 “F”
Forte, formoso e formal!
6. Comer bem
Se for daquele tipo Ogro, que come tudo o que você faz e ainda diz que está gostoso, melhor ainda!
7. Não ter frescuras
Nem eu cuido da minha franja, nem fico combinando armação de óculos com a cor da roupa, porque meu namorada iria fazer isso? Não dá para dividir a chapinha, nem o secador com o namorado né? Ninguém merece!
8. Gostar de Bacon
Quando eu digo sem frescuras está incluído também: nada de ser ecochato, vegan sem noção e similares.
9. Não ser autista por opção
Sabe aqueles caras que acham legal ser antissocial a ponto de quase se tornarem autistas? Então, não é legal. É legal no seriado The Big Bang Theory, mas lembre-se você não é um personagem de seriado de TV, você não é o Sheldon, aloooooooooooooooo?
10. Gostar de panquecas, bolo e pipoca doce.
Só para completar os 10 itens e não apelar para as qualidades sexuais e/ou sensuais! ^^
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abril 11th, 2010CotidianoGanhei do meu coração e, AINDA, não é meu aniversário!
Amei.
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Foi num sábado, no Bourbon Shopping de São Leopoldo, que ao vez o cartaz do filme “Amor Sem Escalas”, eu falei para o Hamilton: Filme com a palavra Amor no título + George Clooney = mais uma comédia romântica. No, but thanks.
Não é bem assim, confesso que me precipitei. O filme é bom só por causa desta frase aqui: “Relacionamentos”, a coisa mais pesada da sua vida!
E daí? Afirmar isso não é tão absurdo assim, mas fazer disso uma “filosofia” de vida pode ter seus problemas, como: não se ligar a nenhuma pessoa ou a nenhum lugar. Por outro lado, é esse tipo de comportamento que torna Ryan tão bom naquilo que faz: viajar por todo os Estados Unidos demitindo pessoas que nunca viu na vida.
Falar que ele não é ligado a nada é muito forte. Ryan gosta de tudo o que para as outras pessoas é considerado impessoal: quarto de hotéis, poltrona de avião, bares desconhecidos em cidades diferentes, comida de avião, … e “adora” criar esteriótipo das pessoas.
Como todo filme de Hollywood, esse também tem seu porém: ele acaba se apaixonando por uma mulher que é quase uma versão feminina dele e criando uma amizade com sua mais nova assistente. Para quem não tinha nenhuma bagagem, metaforicamente falando, Ryan passa a lidar com duas “malas”! (Bazinga!)
Além disso, ele não concorda com as renovações feitas pela empresa na qual trabalha: despedir as pessoas por teleconferência. Apesar de ser uma pessoa que prega a impessoalidade, Ryan defende a necessidade do contato pessoal por ser uma tarefa que lida com seres humanos, ou seja, lida com o imprevisível (mesmo diante de todas as pesquisas de comportamento e ferramentas tecnológicas apresentadas por Natalie).
Nesse momento do filme logo imaginei que se tratava de mais um filme com lição de moral e blá blá blá. Ryan vai ficar amiguinho da Natalie, vai entrar num relacionamento sério com Alex e voltar a se relacionar com as irmãs.E todos viverão felizes para sempre.
Ainda bem que o filme toma um rumo diferente. Mas, as lições de moral prevalecem: Natalie aprende da pior maneira que receber a notícia de que você não é mais tão necessário dentro de uma empresa por uma tela de computador não é nada bacana.
E, quando finalmente, Ryan resolve entrar num relacionamento, acaba descobrindo que não passava de um caso, de um passatempo.
O melhor do filme: ele termina como começou e como muitas vezes na vida as coisas terminam: sem solução. Ryan volta a trabalhar e a viajar, sem paradeiro e sozinho.
P. S. _ Leia mais sobre o final do filme no blogue Como Termina. Para quem não se abala com spoiler!
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outubro 1st, 2009Cotidiano, Dia Comemorativo, Família, HumorPatrimônio histórico e cultural de Porto Alegre para os habitantes da cidade, mas o Mercado Público Central para mim tem um significado especial. Confesso que não gosto muito de mercados pelo cheiro de peixe, muitas pessoas circulando, barulhos e a sujeira.
Mas, quando a gente está na companhia de uma pessoa especial, com um sorriso especial e um olhar mega especial, fica díficil prestar atenção no cheiro do peixe, nas pessoas passando, no barulho e na sujeira. Viu como mulher apaixonada fica meio lesada?
E vocês sabiam que o tal mercado, inaugurado em 1869, tem até musiquinha? Olha, bem sugestiva, diga-se de passagem:
No Mercado Público a gente come,
ou leva alguma coisa para comer
vela de acender para qualquer santo
manto e guarda-chuva se chover.No Mercado Público tem bilhete,
salada com sorvete na Banca 40,
pente, flor, tabaco, sal, corrente,
é o espaço democrático no coração da gente.Mercado Público,
o mercado é público pode entrar,
nosso mercado tem até trilho,
é pena que o bonde não passa mais lá.(Neto Fagundes)
***

Fiquei pensando na estrofre grifada.
Fiquei pensando porque o Hamilton me levou lá.
Depois desse tempo, tudo está se encaixando!
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Olha a mão na roda que vai ser esse post pra você homem, que tem o péssimo hábito (a.k.a. dedo podre) para escolher mulheres.
Existe coisa pior que mulher ciumenta? OK, existe: as malucas e ciumentas. Mas, de maluquice eu não entendo muito. Já de ciúmes eu posso falar: nada melhor que um crítico de cinema para falar de cinema, certo? (Não!).
Ainda sim, eu sou quase perita nisso e vou poder ajudar você: leitor que tem no pé uma namorada/mulher/peguete/wathever ciumenta.
1. Melhor Prevenir que remediar:
Sua avó estava certa. Melhor levar um casaco, do que pegar friagem e ficar com dor de garganta. Então, melhor saber antes de namorar/pegar/wathever se a mulher é ciumenta. Geralmente, isso é difícil. Elas sabem camuflar muito bem. Identificou a ciumenta? Cai fora, simples assim.
2. Peguei, e agora?
Senta, espera o primeiro barraco e chora. Tô brincando, calma. Faz assim: percebeu que vai ter problemas? Cai fora, simples assim.
Daí você diz que não tem nada disso e que está tudo sobre controle. Ok. Eu respondo: Cai fora, simples assim.
3. Peguei. Larguei. Peguei de novo.
Cuidado, se a ciumenta for vingativa, desculpa te informar mas você é corno. ABS.
4. Peguei e ela não quer me largar.
Dica: Cai fora, simples assim.
E ligue para um advogado e certifique-se de que ela não vai se aproximar de você tão cedo.
5. Larguei, mas eu quero ela de volta.
… é tem quem curte mulher ciumenta. Boa sorte!
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Fato 1: Sou ciumenta.
Fato 2. Sou ciumenta.
Fato 3. Meu namorado é gostoso.
…
Triste isso, né? Eu sei, não queria ser assim.
…
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setembro 16th, 2009Dica, DiscursandoExiste coisa mais difícil que convivência? Passar semanas, meses ou anos com a mesma pessoa. Ter momentos de extrema felicidade, de extrema tristeza e principalmente muitos momentos medianos. Aliás, são esses momentos intermediários que nos servem de referência para que reconheçamos quando se trata de um momento extrememente feliz ou extremamente triste.
O problema de um relacionamento não são os momentos medianos, mas quando a gente passa tempo demais com uma pessoa. Nesse “tempo demais”, mais ou menos, são distribuídos da seguinte maneira: de 90% de extrema alegria e 10% mediano. Só que de repente, quando menos se espera esses momentos de extrema alegria se transformam em algo menor que o mediano, mas não chegam a ser tristes. Não é um fardo conviver com a pessoa, mas não é mais interessante.
Assim como você não poderia deixar de fazer planos sem incluir a pessoa querida ou pensar nela em todas as coisas boas que fazia ou, ainda, pensar nos momentos bons que passaram juntos, você simplesmente não vê muito futuro na relação. Mas, o que aconteceu? O amor acabou? A paixão passou? A relação esfriou? A pessoa mudou ou eu mudei?
Viu como relacionamento é complicado. Mas, a gente sempre está correndo atrás de um. Atrás daquele que nos trará momentos de muita alegria, momentos de pouca alegria, momentos muito tristes, pouco tristes e principalmente momentos medianos.
Por isso, aproveitei a semana para falar de 3 filmes cujo o tema é: relacionamento!!! Aproveito e já dou as dicas dos filmes da semana. Cada filme toca em alguns pontos importantes. Tentei de algum modo “relacioná-los” e acho que (não) consegui.
Por exemplo, a personagem da Scarlet Johanson, em Vicky Cristina Barcelona, se apaixona por um pintor que mantém um relacionamente turbulento com a ex-esposa. O cara, alma de artista, precisa sempre estar apaixonado e toda aquela baboseira e tal. A ex-esposa (Penélope Cruz) e a personagem da Srta. Johanson juntas torna-se uma espécie de esposa ideal e o casal ( de três) acabam encontrando um equilíbrio (até que o relacionamento acabar, claro!).
Já em 2 Dias em Paris, Marion e Jack, que moram juntos há dois anos, começam a se conhecer melhor em apenas 2 dias. Numa visita a cidade natal da namorada, Jack acaba conhecendo os namorados anteriores, histórias íntimas e uma cultura a respeito de sexo bem diferente da americana. Um filme que mostra que Paris só é romântica para os casais apaixonadamente românticos.
Falando em sexo, e que tal um relacionamento baseado nele? Amor, sexo, cumplicidade, sexo, amizade, sexo e sexo. Sim, fazer sexo e não amor. Como dizem, amor é o que sentimos, sexo é o que fazemos. Não precisa necessariamente ter os dois. O problema é quando um pensa que existe tudo isso que mencionei anteriormente e o outro está interessado mesmo só em fazer sexo, ou melhor, mantém um relacionamento sexualmente interessante.
Assim é o filme 9 Songs: um casal que se conhece num show de rock, compartilham os mesmos gostos sobre shows, baladas, estilo de vida e sexo. Casal perfeito. Cenas fortes de sexo e shows ao vivo das melhores bandas européias salpicadas de pequenos momentos de cumplicidade e amizade. Num filme tradicional seria diferente: cenas fortes de cumplicidade e amizade salpicadas de pequenos momentos sexuais.
Mas, como eu disse: conviver e se relacionar é difícil. Mesmo assim não vivemos sem ter uma complicação dessa pelo menos uma vez na vida. Relacionamento ideal? Existe? O que precisa para ter sucesso em um? Não sei, estou descobrindo ainda.
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